A inquisição portuguesa e a intolerância religiosa: os cristãos-novos e a criação do Tribunal do Santo Ofício

No presente artigo, buscamos revisitar a criação e instalação do Tribunal do Santo Ofício português assim como sua perseguição aos chamados cristãos-novos. Com isso, objetivamos compreender a cultura judaica no país lusitano e as tramas que envolveram a sua “transformação” de judeus para neo-convert...

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Detalles Bibliográficos
Autores: Gusmão Andrade, Priscila, Sousa de Queiroz, Josinaldo
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2018
País:Brasil
Institución:Universidade Federal da Paraíba (UFPB)
Repositorio:Revista Diversidade Religiosa
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:periodicos.ufpb.br:article/41976
Acceso en línea:https://periodicos.ufpb.br/index.php/dr/article/view/41976
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Inquisição. Cristão-novo. Intolerância.
Descripción
Sumario:No presente artigo, buscamos revisitar a criação e instalação do Tribunal do Santo Ofício português assim como sua perseguição aos chamados cristãos-novos. Com isso, objetivamos compreender a cultura judaica no país lusitano e as tramas que envolveram a sua “transformação” de judeus para neo-convertidos, após o batismo forçado. A inquisição moderna portuguesa, que funcionou entre os séculos XVI e o início do século XIX, tem uma forte ligação de intolerância para com os descendentes dos antigos Hebreus ibéricos, por diferentes vezes enxergados pelo tribunal religioso enquanto um grupo homogêneo. Ademais, o presente texto analisa, a partir de revisão de bibliografia clássica e atual, essa conturbada relação entre a implantação do tribunal com a perseguição aos neo-conversos.