As Relações de Gênero, os Estereótipos e a Violência Simbólica no Mercado de Trabalho

Mesmo com a evolução que a humanidade presenciou desde os tempos mais remotos, alguns entendimentos e concepções não seguiram o mesmo ritmo. Pode-se dizer que é o caso do que é ‘ser homem’ e do que é ‘ser mulher’ em termos conceituais, sociais e culturais pré-concebidos que continuam sendo os mesmos...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autores: Medeiros, Flaviani Souto Bolzan, Alves Pacheco de Campos, Simone
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2020
País:Brasil
Institución:Faculdade Meridional (IMED)
Repositorio:Revista de Administração IMED - RAIMED
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:ojs.imed1.tempsite.ws:article/3496
Acceso en línea:https://seer.atitus.edu.br/index.php/raimed/article/view/3496
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Relações de Gênero; Estereótipos; Mercado de Trabalho; Habitus; Violência Simbólica
Gender relations; Stereotypes; Work relationships; Habitus; Symbolic violence
Descripción
Sumario:Mesmo com a evolução que a humanidade presenciou desde os tempos mais remotos, alguns entendimentos e concepções não seguiram o mesmo ritmo. Pode-se dizer que é o caso do que é ‘ser homem’ e do que é ‘ser mulher’ em termos conceituais, sociais e culturais pré-concebidos que continuam sendo os mesmos ao longo dos anos. Tratar de questões que versam sobre sexo, gênero e relações de gênero está no rol de assuntos em pauta na atualidade. Assim sendo, o objetivo deste ensaio é trazer uma discussão teórica acerca das relações de gênero, os estereótipos e a violência simbólica. Para isso, realizou-se uma revisão de literatura para expor tais temas a partir da percepção de diferentes autores, em especial, das contribuições de Pierre Bourdieu. A principal contribuição deste trabalho reside na extrapolação da distinção entre os conceitos a respeito de sexo e gênero ao descrever a manifestação destas relações no mercado de trabalho, da simplificação almejada com os estereótipos e da violência simbólica, que reforça as relações de poder e de dominação (in)visível presentes na sociedade até os dias atuais.