O cinema de fluxo e a mise en scène

A dissertação é dividida em duas partes. A primeira consiste em um estudo sobre a noção de mise en scène no cinema, levando em conta suas origens teatrais e algumas de suas aplicações na teoria cinematográfica. O enfoque privilegia as definições essencialistas formuladas por uma parcela da crítica f...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: Oliveira Junior, Luiz Carlos Gonçalves de
Tipo de recurso: tesis de maestría
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2010
País:Brasil
Institución:Universidade de São Paulo (USP)
Repositorio:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:teses.usp.br:tde-30112010-164937
Acceso en línea:http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/27/27161/tde-30112010-164937/
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Aesthetics of flux
Crítica cinematográfica
Estética de fluxo
Film criticism
Mise en scène
Mise-en-scène
Descripción
Sumario:A dissertação é dividida em duas partes. A primeira consiste em um estudo sobre a noção de mise en scène no cinema, levando em conta suas origens teatrais e algumas de suas aplicações na teoria cinematográfica. O enfoque privilegia as definições essencialistas formuladas por uma parcela da crítica francesa, concentrada nas revistas Cahiers du Cinéma e Présence du Cinéma nos anos 1950-60. A segunda parte da dissertação, mais fincada na análise fílmica, aborda alguns elementos estéticos do cinema contemporâneo, dentre eles o conceito de cinema de fluxo, que designa um conjunto de filmes que ocupam um ponto cego em relação à definição clássica de mise en scène trabalhada na parte I. O Intruso (Claire Denis, 2004), Sombra (Philippe Grandrieux), A Viagem do Balão Vermelho (Hou Hsiao-hsien, 2007) e Gerry (Gus Van Sant, 2002) são alguns dos filmes analisados.