Coreografia da histeria : corpos convulsivos e empoderamento feminino na cena paulista – Lobo

Resumo: A partir da análise do espetáculo Lobo, de Carolina Bianchi e Cara de Cavalo, de 2018, a autora aponta a hipótese de que alguns trabalhos recentes da cena paulista, produzidos majoritariamente por mulheres, apresentam corpos convulsivos, cujas características os aproximam das descrições dos...

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Detalhes bibliográficos
Autor: Moraes, Juliana Martins Rodrigues de, 1976
Tipo de documento: artigo
Estado:Versão publicada
Data de publicação:2022
País:Brasil
Recursos:Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP)
Repositório:Repositório da Produção Científica e Intelectual da Unicamp
Idioma:português
OAI Identifier:oai:https://www.repositorio.unicamp.br/:1434551
Acesso em linha:https://hdl.handle.net/20.500.12733/27691
Access Level:Acceso aberto
Palavra-chave:Artigo original
Coreografia
Dança contemporânea
Histeria
Descrição
Resumo:Resumo: A partir da análise do espetáculo Lobo, de Carolina Bianchi e Cara de Cavalo, de 2018, a autora aponta a hipótese de que alguns trabalhos recentes da cena paulista, produzidos majoritariamente por mulheres, apresentam corpos convulsivos, cujas características os aproximam das descrições dos corpos histéricos, do final do século XIX e início do XX. O texto menciona outros quatro trabalhos para afirmar que há, nesse movimento criativo, um sinal de empoderamento feminino, de afirmação de seu "lugar de grito". Por fim, a autora articula a sua experiência de espectadora a referências teóricas e artísticas diversas, incorporando na escrita, as impressões e o processo de registro daquilo que vê nas obras. Ademais, o estudo se baseia na espectação como metodologia e situa essa prática entre a recepção e a crítica. Referências exteriores ao campo especificamente cênico, especialmente à psicanálise, contribuem para a análise das ambivalências e ambiguidades colocadas em jogo