PRIVACIDADE, LIBERDADE SEXUAL E SIGILO: sentidos de liberdade no aplicativo Grindr
O aplicativo Grindr possibilita a interação entre homens que buscam por homens e favorece um público de usuários que almejam contatos sexuais sigilosos. Para além das várias possibilidades de comportamento e de compreensões sobre sentidos de liberdade, o presente artigo questiona a forma como a priv...
| Autores: | , |
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2020 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Tiradentes (UNIT) |
| Repositorio: | Interfaces Científicas. Educação (Online) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:ojs.periodicos.set.edu.br:article/7904 |
| Acceso en línea: | https://periodicos.set.edu.br/educacao/article/view/7904 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Grindr Privacidade Liberdade Sexualidade |
| Sumario: | O aplicativo Grindr possibilita a interação entre homens que buscam por homens e favorece um público de usuários que almejam contatos sexuais sigilosos. Para além das várias possibilidades de comportamento e de compreensões sobre sentidos de liberdade, o presente artigo questiona a forma como a privacidade está disposta na busca de usuários por parceiros no Grindr e que permite um específico sentido de liberdade sexual, a de promover encontros sexuais desidentificados, sigilosos e secretos. O objetivo é compreender como os perfis anônimos e que exigem sigilo vivenciam a sexualidade por meio do aplicativo e como isso engloba uma específica forma de se ler a liberdade sexual homossexual, enquanto espaço sigiloso e afastado do conhecimento e aceitabilidade pública. Assim, a metodologia é composta pela observação de trinta perfis na cidade de Juiz de Fora, em conjunto com uma revisão bibliográfica. A análise dos perfis indica que há uma variedade de performances de masculinidades na rede e que a privacidade é o que possibilita a experiência sexual de muitos homens que estão inseridos em contextos pessoais e socioculturais de naturalização da heterossexualidade e do masculino hegemônico e de subordinação das identidades desviantes, fazendo do aplicativo Grindr um espaço privilegiado para a execução de sua liberdade sexual sigilosa, sem assunção de outros aspectos ligados à sexualidade homossexual, como a luta por publicidade e aceitabilidade social. |
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