Bom dia camaradas
Assumidamente de fundo autobiográfico, em um texto marcado pela nostalgia, Ondjaki, jovem autor angolano, nos conduz no romance Bom dia camaradas (2006),pela Luanda de sua memória, recorrendo a um autor-narrador adulto que percebe o mundo pelo olhar infantil, segundo Mia Couto, "desengaiolar se...
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2011 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal do Paraná (UFPR) |
| Repositorio: | Educar em Revista |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:revistas.ufpr.br:article/16052 |
| Acceso en línea: | https://revistas.ufpr.br/educar/article/view/16052 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | educação Escola; formação extracurrícular 7.08.00.00-6 Educação |
| Sumario: | Assumidamente de fundo autobiográfico, em um texto marcado pela nostalgia, Ondjaki, jovem autor angolano, nos conduz no romance Bom dia camaradas (2006),pela Luanda de sua memória, recorrendo a um autor-narrador adulto que percebe o mundo pelo olhar infantil, segundo Mia Couto, "desengaiolar sentimentos". Sob esta lente, as lembranças são orientadas pelas experiências na família, pelos "ecos" da guerra civil angolana (estão lá direta ou indiretamente indicados a MPLA, a UNITA, os "tugas" etc.) e principalmente pela experiência escolar. |
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