Contribuições da educação musical para a prática da regência de coros infantis e infantojuvenis: nas visões de cinco regentes
Essa pesquisa tem como objetivo investigar como a Educação Musical pode contribuir para a prática do regente de coros infantis e/ou infantojuvenis. Trata-se de uma pesquisa qualitativa de caráter exploratório, cuja coleta de dados foi realizada por meio de entrevistas semiestruturadas com cinco rege...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2021 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UFMG |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.ufmg.br:1843/47001 |
| Acceso en línea: | http://hdl.handle.net/1843/47001 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Educação musical Regência Coros infantis e infantojuvenis Regência de coros Canto coral infantojuvenil Coros infantis |
| Sumario: | Essa pesquisa tem como objetivo investigar como a Educação Musical pode contribuir para a prática do regente de coros infantis e/ou infantojuvenis. Trata-se de uma pesquisa qualitativa de caráter exploratório, cuja coleta de dados foi realizada por meio de entrevistas semiestruturadas com cinco regentes com expertise em Regência coral infantil e infantojuvenil. A análise dos dados foi implementada por meio da técnica da Análise de Conteúdo. Como referencial teórico, foram utilizadas ideias de educadores musicais consagrados, tais como Koellreutter (JUNQUEIRA, 2018), Schafer (FONTERRADA, 2008), Willems (PAREJO, 2011; PROTÁSIO, 2019), Dalcroze (MARIANI, 2011) e Kodály (SILVA, 2011); bem como referenciais sobre a Educação Musical Humanizadora (DEMORE, 2019; BOWMAN, 2018), a Abordagem Pontes (OLIVEIRA A., 2015) e a Musicalidade Comunicativa (MALLOCH e TREVARTHEN, 2009). O referencial sobre Regência recorreu, principalmente, a Lago (2008), Labuta e Matthews (2017), Plate (2016), Schimiti (2003) e Bartle (2003). Os resultados apontaram para cinco categorias que emergiram das falas dos regentes entrevistados e que são passíveis de serem relacionadas às práticas da Educação Musical: (1) utilização de movimentos corporais, (2) busca por ambiente afetuoso de convivência e inclusão, (3) presença de ludicidade e de práticas criativas, (4) desafios e soluções, (5) formação do regente/educador. Todas as categorias encontradas foram confirmadas pelo referencial teórico estudado. Concluiu-se que o conceito de Educador Musical PONTES pode ser estendido ao Regente PONTES, aquele que integra conhecimentos da Educação Musical à sua prática com coros infantis e/ou infantojuvenis, e que a Educação Musical deve ser integrada aos currículos dos cursos de Regência no Brasil. A principal contribuição dessa pesquisa é proporcionar aos regentes, que tenham interesse em atuar com coros infantis e infantojuvenis, conhecimentos e práticas provenientes da Educação Musical, bem como propiciar à comunidade acadêmica uma reflexão sobre a formação e a prática da Regência especificamente voltada para esse público. |
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