Estilos e estratégias de aprendizagem de estudantes universitários

Este estudo exploratório buscou investigar os estilos e estratégias de aprendizagem de universitários, com o objetivo de avaliar uma possível interação entre os dois constructos e também comparar o tipo de estilo e de estratégia de aprendizagem dos participantes em função da área de conhecimento, do...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: Silva, Lisliê Lopes Vidal
Tipo de recurso: tesis de maestría
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2012
País:Brasil
Institución:Universidade de São Paulo (USP)
Repositorio:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:teses.usp.br:tde-12092012-161445
Acceso en línea:http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/47/47131/tde-12092012-161445/
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Aprendizagem
College students
Estilos cognitivos
Estudantes universitários
Learning
Descripción
Sumario:Este estudo exploratório buscou investigar os estilos e estratégias de aprendizagem de universitários, com o objetivo de avaliar uma possível interação entre os dois constructos e também comparar o tipo de estilo e de estratégia de aprendizagem dos participantes em função da área de conhecimento, do curso e sexo dos participantes. A pesquisa foi realizada em uma instituição de ensino superior, particular, do interior paulista com 352 estudantes de diversos cursos. Para a coleta de dados foram utilizados dois instrumentos: o Índice de Estilos de Aprendizagem e a Escala de Avaliação de Estratégias de Aprendizagem em Universitários. Quanto aos estilos de aprendizagem, a amostra como um todo se revelou predominantemente sensorial, visual, ativa e sequencial. E no tocante às estratégias de aprendizagem, constatou-se que há uma ordem hierárquica no uso das mesmas: os universitários tenderam a utilizar preferencialmente as estratégias de autorregulação dos recursos internos e contextuais, seguidas pelas de autorregulação cognitiva e metacognitiva e, por último, às destinadas à autorregulação social. Os resultados obtidos não apresentaram correlação suficientemente robusta entre estilos e estratégias de aprendizagem. Contudo, as demais comparações realizadas indicaram diferenças significantes quanto as variáveis: área de conhecimento, curso e gênero do participante. Com base nestes resultados, sugere-se que o professor promova diferentes formas de se lidar com a informação, favorecendo o contato do estudante com outros estilos de aprendizagem diferentes daqueles preferidos por este. Aponta-se também para necessidade de programas de ensino para o uso de estratégias de aprendizagem voltados aos estudantes universitários