A Seleção de Fontes de Informação em Bibliotecas Prisionais do Estado de Alagoas: do direito às condições de acesso do usuário apenado

As bibliotecas prisionais têm o propósito de condicionar aos apenados oportunidades para desenvolver habilidades sociais e técnicas, evitar a ociosidade e prepará-los para eventual liberação. Nesse contexto, objetivou-se analisar o processo de seleção de fontes de informação em Bibliotecas do Sistem...

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Detalhes bibliográficos
Autores: Tonin, Jaciana de Holanda Costa, Souza, Edivanio Duarte de
Tipo de documento: artigo
Estado:Versão publicada
Data de publicação:2014
País:Brasil
Recursos:Universidade Federal de Alagoas (UFAL)
Repositório:Ciência da Informação em Revista
Idioma:português
OAI Identifier:oai:www.seer.ufal.br:article/1303
Acesso em linha:https://www.seer.ufal.br/index.php/cir/article/view/1303
Access Level:Acceso aberto
Palavra-chave:Bibliotecas prisionais. Ressocialização do apenado. Seleção de fontes de informação. Usuário apenado.
Descrição
Resumo:As bibliotecas prisionais têm o propósito de condicionar aos apenados oportunidades para desenvolver habilidades sociais e técnicas, evitar a ociosidade e prepará-los para eventual liberação. Nesse contexto, objetivou-se analisar o processo de seleção de fontes de informação em Bibliotecas do Sistema Prisional do Estado de Alagoas. Para tanto, realizou-se uma pesquisa de campo junto às três Bibliotecas Prisionais com aplicação de um questionário composto de perguntas abertas e fechadas. A pesquisa foi realizada de forma exploratória e descritiva, com análise de dados sob os aspectos qualitativo e quantitativo. Os resultados evidenciam que o complexo prisional de Alagoas possui bibliotecas que atendem à comunidade carcerária e aos servidores. Essas, contudo, não usam documento de formação e desenvolvimento de coleções, de modo geral, ou uma política de seleção de fontes de informação, do modo específico. As fontes disponibilizadas aos usuários apenados, no entanto, não deixam de ser selecionadas criteriosamente. Esse processo é feito no momento em que os livros são emprestados aos presos, buscando adequar a coleção às necessidades básicas de informação e ao incentivo à leitura, sobretudo, no processo de ressocialização.