Pobreza, bioética e pesquisa
Realiza-se, aqui, reflexão bioética sobre a concepção de pobreza enquanto condição, ou circunstância, de restrição e vulnerabilidade. Tal concepção prevê duas perspectivas: a econômica que relaciona pobreza com incapacidade (visão do Banco Mundial, a partir das recomendações políticas para o ajuste...
| Autores: | , |
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2007 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade de São Paulo (USP) |
| Repositorio: | Revista Latino-Americana de Enfermagem (Online) |
| Idioma: | inglés portugués español |
| OAI Identifier: | oai:revistas.usp.br:article/16903 |
| Acceso en línea: | https://www.revistas.usp.br/rlae/article/view/16903 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | bioética pobreza iniqüidade social pesquisa biomédica vulnerabilidade eqüidade autonomia pessoal inequidad social investigación biomédica vulnerabilidad equidad autonomía personal bioethics poverty social inequity biomedical research vulnerability equity personal autonomy |
| Sumario: | Realiza-se, aqui, reflexão bioética sobre a concepção de pobreza enquanto condição, ou circunstância, de restrição e vulnerabilidade. Tal concepção prevê duas perspectivas: a econômica que relaciona pobreza com incapacidade (visão do Banco Mundial, a partir das recomendações políticas para o ajuste econômico dos países latino-americanos) e a ético-filosófica, relacionando pobreza com desigualdade (fundamentada nos conceitos de eqüidade e igualdade, enquanto desdobramentos da idéia de justiça). Uma das graves conseqüências é o tratamento injusto, no que diz respeito aos procedimentos de pesquisa dos países ricos que recrutam populações de países pobres como campo experimental para investigações na área da saúde, principalmente pesquisas biomédicas ou farmacêuticas, colocando sob questionamento ético o caráter de vulnerabilidade e autonomia desses indivíduos. |
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