Contágio, contenção epidemiológica e impacto econômico em redes urbanas: uma abordagem de agentes
A partir de um modelo baseado em agentes (ABM) que simula dinâmicas migratórias, epidemiológicas e econômicas na rede urbana da região metropolitana de Goiânia, estudamos o impacto econômico da implementação de medidas restritivas locais contra uma doença semelhante à COVID-19. Introduzimos um fator...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2022 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Instituto Brasileiro de Ensino, Desenvolvimento e Pesquisa (IDP) |
| Repositorio: | Repositório Institucional do IDP |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.idp.edu.br:123456789/4205 |
| Acceso en línea: | https://repositorio.idp.edu.br//handle/123456789/4205 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Contágio COVID-19 ABM SIRD Redes urbanas Distanciamento social |
| Sumario: | A partir de um modelo baseado em agentes (ABM) que simula dinâmicas migratórias, epidemiológicas e econômicas na rede urbana da região metropolitana de Goiânia, estudamos o impacto econômico da implementação de medidas restritivas locais contra uma doença semelhante à COVID-19. Introduzimos um fator medo que condiciona dinamicamente as decisões de consumo e oferta de trabalho de cada agente conforme o monitoramento da saúde do seu círculo social próximo. Os resultados mostram que: (1) medidas de contenção em geral impactam negativamente o consumo, a produção e a renda no curto prazo; (2) o impacto econômico líquido destas medidas, considerando seu efeito na redução do medo dos agentes e na diminuição do índice de afastamento da mão de obra, depende do quão proporcionalmente os indivíduos abdicam de interações econômicas em comparação às interações totais após isolamento. Em alguns dos cenários em que tal abdicação é menos do que proporcional, a imposição de medidas restritivas gera resultados positivos em produção, renda e consumo na comparação com o cenário sem restrições de contato. O número de mortes e casos é sempre inversamente proporcional à intensidade do isolamento. |
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