Can ameloblastomas arise from odontogenic keratocysts?
O ameloblastoma é um tumor odontogênico localmente agressivo, com altas taxas de recorrência. Raramente o ameloblastoma apresenta aspecto histológico semelhante ao queratocisto odontogênico devido à presença de áreas queratinizadas. O objetivo deste estudo é relatar um caso de ameloblastoma na mandí...
| Authors: | , , , |
|---|---|
| Format: | article |
| Status: | Published version |
| Publication Date: | 2015 |
| Country: | Brasil |
| Institution: | Universidade de São Paulo (USP) |
| Repository: | Clinical and Laboratorial Research in Dentistry |
| Language: | English |
| OAI Identifier: | oai:revistas.usp.br:article/125704 |
| Online Access: | https://revistas.usp.br/clrd/article/view/125704 |
| Access Level: | Open access |
| Keyword: | Ameloblastoma Jaw Odontogenic Tumors Maxilares Tumores Odontogênicos |
| Summary: | O ameloblastoma é um tumor odontogênico localmente agressivo, com altas taxas de recorrência. Raramente o ameloblastoma apresenta aspecto histológico semelhante ao queratocisto odontogênico devido à presença de áreas queratinizadas. O objetivo deste estudo é relatar um caso de ameloblastoma na mandíbula, diagnosticado e tratado incorretamente como um queratocisto odontogênico devido a características macroscópicas incomuns e aspectos histológicos raros que prejudicaram um correto diagnóstico. Relato de caso: Paciente do sexo feminino, 57 anos, apresentando lesão assintomática no ângulo mandibular esquerdo tratado inicialmente com biópsia incisional e descompressão. Os achados histológicos mostraram um aspecto sugestivo de queratocisto odontogênico. No pós operatório de 3 anos, a paciente retornou com uma nova lesão no lado esquerdo da mandíbula e foi então submetida a curetagem. Desta vez, as seções histológicas mostraram um padrão de ameloblastoma e, devido a este fato, a paciente permaneceu com um seguimento de 6 meses. No pós operatório de 4 anos da segunda operação, a paciente retornou apresentando nova recidiva. A biópsia mostrou um ameloblastoma e a mesma foi submetida a ressecção mandibular e reconstrução como tratamento. Após o procedimento final, a recuperação foi sem intercorrências e a paciente passou por um pós-operatório de quatro anos sem recidivas. Conclusão: Este caso destaca a importância de se realizar uma biópsia e um exame adequado por profissional especializado, devido à possibilidade de lesões atípicas que ocorrem restritas à região da cabeça e pescoço. |
|---|