Estimação da taxa de juros natural para economias abertas pequenas: Chile, Colômbia, México e Peru

Este trabalho tem como objetivo estimar a taxa de juros natural para quatro economias abertas pequenas (Chile, Colômbia, México e Peru) entre o último trimestre de 2004 e o terceiro trimestre de 2020 usando o modelo SB, de Silva e Barbosa (2020). O filtro de Kalman, com o método de inferência bayesi...

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Detalhes bibliográficos
Autor: Villela, Arthur de Noronha
Formato: tesis de maestría
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2021
País:Brasil
Recursos:Fundação Getulio Vargas (FGV)
Repositorio:Repositório Institucional do FGV (FGV Repositório Digital)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:repositorio.fgv.br:10438/31409
Acesso em linha:https://hdl.handle.net/10438/31409
Access Level:acceso abierto
Palavra-chave:Taxa de juros natural
Economias abertas pequenas
Taxas de juros
Natural interest rate
Small open economies
Economia
Política monetária
Macroeconomia
Descrição
Resumo:Este trabalho tem como objetivo estimar a taxa de juros natural para quatro economias abertas pequenas (Chile, Colômbia, México e Peru) entre o último trimestre de 2004 e o terceiro trimestre de 2020 usando o modelo SB, de Silva e Barbosa (2020). O filtro de Kalman, com o método de inferência bayesiana, é utilizado para estimar os parâmetros em ambos os casos. Os resultados são comparados com as estimativas obtidas com a aplicação do modelo HLW, de Holston, Laubach e Williams (2016), para economias fechadas. As diferenças observadas em cada modelo são resultantes dos determinantes da taxa de juros natural, a taxa de juros internacional e o prêmio de risco-país em SB e a tendência do crescimento do produto em HLW. No período final da amostra a taxa de juros natural apresenta tendência declinante no modelo HLW, o que não acontece com o modelo SB. O maior peso da variável que representa choques aleatórios no modelo HLW indica que o mesmo não se mostra adequado para a estimação da taxa natural destes países. Os resultados também mostram que o baixo patamar da taxa de juros natural na Colômbia e no Peru poderá trazer novos desafios aos bancos centrais destes países uma vez que será necessária a utilização de instrumentos não-convencionais de política monetária.