O ‘EU’ E ‘O LIVRO DO DESASSOSSEGO’: REFLEXÕES EM TORNO DE AUGUSTO DOS ANJOS E FERNANDO PESSOA

O ensaio considera a poesia de Augusto dos Anjos, sob o paradigma da “ficção do desassossego”, entendido, a partir da obra de Fernando Pessoa, como produto melancólico da tensão moderna entre a construção do eu e da intimidade e a percepção trágica da existência na arte ocidental. No poeta paraibano...

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Detalles Bibliográficos
Autor: Helena, Lucia
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2014
País:Brasil
Institución:Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ)
Repositorio:Matraga (Online)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:ojs.www.e-publicacoes.uerj.br:article/17486
Acceso en línea:https://www.e-publicacoes.uerj.br/matraga/article/view/17486
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:modernity
subjectivity
tragic sense.
modernidade
subjetividade
sentimento trágico.
Descripción
Sumario:O ensaio considera a poesia de Augusto dos Anjos, sob o paradigma da “ficção do desassossego”, entendido, a partir da obra de Fernando Pessoa, como produto melancólico da tensão moderna entre a construção do eu e da intimidade e a percepção trágica da existência na arte ocidental. No poeta paraibano, menos do que um tema, o desassossego é um procedimento artístico, que retoma o tom das cosmogonias gregas, mas não encontra o alento da purgação catártica.