Síntese e incorporação de óxido de tungstênio nanoparticulado em resina epóxi para aplicação como revestimento na indústria petrolífera

O presente trabalho tem por objetivo sintetizar de nanopartículas de WO3 e sua incorporação em resina epóxi N2680 da WEG, produzindo um nanocompósito que poderá ser utilizado como revestimento tecnológico. O WO3 foi sintetizado por rota química adaptada de Jamali e Tehrani tendo a adição de solução...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: Návia, Marcos Vinícius Dobies [UNESP]
Tipo de recurso: tesis de maestría
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2023
País:Brasil
Institución:Universidade Estadual Paulista (UNESP)
Repositorio:Repositório Institucional da UNESP
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:repositorio.unesp.br:11449/243711
Acceso en línea:http://hdl.handle.net/11449/243711
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Nanocompósitos (Materiais)
Nanopartículas
Óxido de Tungstênio
Resina Epóxi N2680
Revestimento Tecnológico
Nanocomposite (Materials)
Nanoparticles
Tungsten Oxide
N2680 Epoxy Resin
Technological Coating
Resinas epóxi
Descripción
Sumario:O presente trabalho tem por objetivo sintetizar de nanopartículas de WO3 e sua incorporação em resina epóxi N2680 da WEG, produzindo um nanocompósito que poderá ser utilizado como revestimento tecnológico. O WO3 foi sintetizado por rota química adaptada de Jamali e Tehrani tendo a adição de solução de NaWO4.6H2O sobre HCl. Com o auxílio de microscopia eletrônica de varredura, foi possível averiguar a morfologia do composto sintetizado e, através da microscopia eletrônica de transmissão, foi confirmar a escala nanométrica do WO3, detenminar o tamanho médio das nanopartículas e averiguar que a calcinação impacta no grau de cristalinidade, na distância interplanar dos cristais e aperfeiçoa a superfície das nanopartículas. Por meio do DRX foi possível averiguar a presença de WO3 nanoparticulado da amostra calcinada e sua estrutura cristalina foi determinada como sendo ortorrômbica. Por meio de espectroscopia Raman foi possível associar à estrutura monoclínica da amostra de WO3 não calcinado. As nanopartículas não calcinadas foram submetidas à funcionalização com octilamina e oleilamina e, então, incorporadas à resina epóxi para se confeccionar o nanocompósito. Por meio do FTIR também foi possível averiguar a composição das nanopartículas. Realizou-se ensaios térmicos para confirmar a presença do reforço no nanocompósito e identificar como sua presença em diferentes quantidades impactavam as propriedades térmicas do revestimento criado. Observou-se que a presença do WO3 elevava a temperatura de início de degradação térmica do nanocompósito, bem como a temperatura de transição vítrea.