Discalculia do Desenvolvimento: alguns estudos sobre definições, diagnósticos e intervenções pedagógicas

Este artigo tem como objetivo abordar alguns aspectos sobre definições e categorias de Discalculia do Desenvolvimento (DD) e os critérios necessários para o diagnóstico desse transtorno. A partir das considerações feitas no DSM-V e dos parâmetros estabelecidos internacionalmente para o diagnóstico d...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: Lara, Isabel Cristina Machado de
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2022
País:Brasil
Institución:Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB)
Repositorio:Revista Com a Palavra, o Professor
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:geem.ojs.galoa.com.br:article/839
Acceso en línea:http://revista.geem.mat.br/index.php/CPP/article/view/839
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Discalculia
Ensino
Matemática
Descripción
Sumario:Este artigo tem como objetivo abordar alguns aspectos sobre definições e categorias de Discalculia do Desenvolvimento (DD) e os critérios necessários para o diagnóstico desse transtorno. A partir das considerações feitas no DSM-V e dos parâmetros estabelecidos internacionalmente para o diagnóstico de DD, problematiza a dificuldade de compor um laudo para pessoas que possuem o transtorno, o que dificulta as pesquisas desenvolvidas. De modo breve, apresenta resultados de alguns estudos sobre DD desenvolvidos no âmbito do Grupo de Estudos e Pesquisas sobre Discalculia (GEPEDPUCRS). Entre esses resultados aponta achados de mapeamentos teóricos trazendo à tona algumas defasagens em relação às pesquisas brasileiras. Destaca a eficácia de um Teste Piloto elaborado a partir das seis categorias elencadas por Kosc para avaliar estudantes do primeiro ano do Ensino Fundamental com indícios de DD. Evidencia que, por meio de intervenções psicopedagógicas que se utilizam de jogos, é possível reabilitar habilidades matemáticas em defasagem e potencializar algumas já existentes, qualificando a Resposta à Intervenção. Além disso, aponta a formação precária dos professores que ensinam Matemática acerca deste transtorno e discute sobre a possibilidade de que estudantes que possuem prognóstico ou diagnóstico de diferentes categorias de DD sejam capazes de resolver problemas convencionais e não convencionais.