O Chiste como uma função sádica e masoquista nas obras de Shakespeare

O seguinte artigo irá analisar as relações de posições sádicas e masoquistas nas obras de Shakespeare, por meio dos chistes utilizados pelo autor. Será realizada a explicação psicanalítica acerca destas funções e sua relação com o simbolismo das palavras, presentes nos chistes das obras. O chiste se...

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Detalhes bibliográficos
Autor: PINHEIRO, GUILHERME MOREIRA
Tipo de documento: artigo
Estado:Versão publicada
Data de publicação:2025
País:Brasil
Recursos:FAESA Centro Universitário
Repositório:Revista Científica FAESA (Online)
Idioma:português
OAI Identifier:oai:ojs2.revista.faesa.br:article/63
Acesso em linha:https://revista.faesa.br/index.php/faesa/article/view/63
Access Level:Acceso aberto
Palavra-chave:Chiste
Shakespeare
Inconsciente
Simbólico
Descrição
Resumo:O seguinte artigo irá analisar as relações de posições sádicas e masoquistas nas obras de Shakespeare, por meio dos chistes utilizados pelo autor. Será realizada a explicação psicanalítica acerca destas funções e sua relação com o simbolismo das palavras, presentes nos chistes das obras. O chiste será estudado como uma forma de expressão do inconsciente, demonstrando conteúdo ocultos na consciência e presentes na pré-consciência, possibilitando a formação de gracejos pelos personagens de “Romeu e Julieta” e “Sonhos de uma noite de verão” como uma forma de representação de seus sentimentos. O inconsciente será estudado como um mecanismo de representação das emoções, provocando diferentes demonstrações da pulsão sexual através da fala dos personagens.