Atores hegemônicos e não hegemônicos: territorialidades históricas do Município Carambeí – PR

A presente dissertação busca compreender a formação e enredos que ocorreram desde os primeiros moradores da antiga colônia Carambeí, até o presente momento, dando visibilidade a diferentes vozes das etnias que juntas configuram o município, do qual abarca uma miscigenação étnica e estruturas hierárq...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: Onofre, Layane de Souza
Tipo de recurso: tesis de maestría
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2019
País:Brasil
Institución:Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG)
Repositorio:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UEPG
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:tede2.uepg.br:prefix/2830
Acceso en línea:http://tede2.uepg.br/jspui/handle/prefix/2830
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:CNPQ::CIENCIAS HUMANAS::GEOGRAFIA
Carambeí
Território
História Oral
Atores hegemônicos e não hegemônicos
Territory
Oral history
Hegemonic actors and non-hegemonic
Descripción
Sumario:A presente dissertação busca compreender a formação e enredos que ocorreram desde os primeiros moradores da antiga colônia Carambeí, até o presente momento, dando visibilidade a diferentes vozes das etnias que juntas configuram o município, do qual abarca uma miscigenação étnica e estruturas hierárquicas sociais atreladas a uma cultura de representação. Essa tem por objetivo caracterizar a fundação de um discurso e a formação do município por meio de atores hegemônicos e não hegemônicos. Respalda-se na reconfiguração de uma tradição crítica que se faz presente há décadas. A metodologia utilizada é a história oral, que proporciona visibilidade a uma parte ofuscada da raiz de Carambeí. Dividida em três capítulos, o primeiro por meio da oralidade dos moradores e concomitante relação campo-cidade. O segundo capítulo esclarece e dialoga com as entrevistas (história oral) e a história documentada, enfatiza-se as diferentes vozes. O terceiro capítulo apresenta análises utilizando inicialmente das entrevistas transcritas em um banco de dados, e posteriormente em gráficos que auxiliam e melhor dão visibilidade ao estudo. Assim, o trabalho estabelece um vínculo entre o empírico (moradores do município), com a produção científica, com discussões conceituais sobre território, história oral, relação campo-cidade e memória.