Estudo de deflexões de UHECR na presença do campo magnético galáctico JF2012

A produção e aceleração de raios cósmicos de altas energias (Ultra-high energy cosmic rays - UHECR) no Universo continua sendo um dos grandes mistérios da ciência moderna. Os mecanismos de aceleração de partículas altamente energéticas em fontes astrofísicas são ainda desconhecidos. O principal obje...

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Detalles Bibliográficos
Autores: Santos, Larissa Cristina, Cássia dos Anjos, Rita de
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2024
País:Brasil
Institución:Universidade Federal do Espírito Santo (UFES)
Repositorio:Cadernos de Astronomia
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:periodicos.ufes.br:article/44960
Acceso en línea:https://periodicos.ufes.br/astronomia/article/view/44960
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Astrofísica extragaláctica
raios cósmicos
campos magnéticos
Extragalactic astrophysics
cosmic rays
magnetic fields
Descripción
Sumario:A produção e aceleração de raios cósmicos de altas energias (Ultra-high energy cosmic rays - UHECR) no Universo continua sendo um dos grandes mistérios da ciência moderna. Os mecanismos de aceleração de partículas altamente energéticas em fontes astrofísicas são ainda desconhecidos. O principal objetivo deste estudo foi explorar a distribuição de emissão e chegada de UHECR originadas de radiogaláxias. Utilizou-se como possíveis fontes as radiogaláxias Centaurus A, Fornax A e M87 devido a sua correlação com a direção de chegada de eventos medidos do Observatório Pierre Auger. Explorou-se as potencialidades de detecção dessas partículas considerando o efeito do modelo do campo magnético Galáctico Jansson-Farrar 2012 (JF2012). O estudo da influência do campo magnético auxilia na compreensão da geração e propagação dos UHECR. Para o estudo, foi utilizado o programa computacional Cosmic Ray Transport (CRT), o programa não considera perdas de energia, mas foi utilizado para a quantificação dos desvios das partículas a partir dos seguintes parâmetros: rigidez da energia, distância da fonte à Terra, direção da fonte no céu e carga/massa da partícula a ser propagada. Os resultados obtidos quantificam o efeito do campo magnético Galáctico nas diferentes direções das radiogaláxias e indicam que o campo Galáctico deve ser considerado a partir de energias próximas a 16 EeV.