Termografia Infravermelha na Odontologia

A termografia infravermelha consiste em um exame de imagem complementar aplicada na avaliação da temperatura corporal com base na emissão de radiação infravermelha através da pele, podendo auxiliar no diagnóstico ou monitoramento das intervenções terapêuticas. Trata-se de uma técnica não ionizante e...

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Detalles Bibliográficos
Autores: Amorim, Ana Marly Araújo Maia, Barbosa, Jussara da Silva, Freitas, Ana Priscila Lira de Farias, Viana, José Eraldo Ferreira, Vieira, Luiz Eduardo Marinho, Suassuna, Fernanda Clotilde Mariz, Bento, Patrícia Meira, Melo, Daniela Pita de
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2019
País:Brasil
Institución:Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF)
Repositorio:HU Revista (Online)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:periodicos.ufjf.br:article/13943
Acceso en línea:https://periodicos.ufjf.br/index.php/hurevista/article/view/13943
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Termografia
Odontologia
Diagnóstico
Descripción
Sumario:A termografia infravermelha consiste em um exame de imagem complementar aplicada na avaliação da temperatura corporal com base na emissão de radiação infravermelha através da pele, podendo auxiliar no diagnóstico ou monitoramento das intervenções terapêuticas. Trata-se de uma técnica não ionizante e não invasiva que capta e registra a distribuição térmica da superfície cutânea avaliada por meio das alterações na microcirculação dos pacientes frente a diferentes condições patológicas. Dentre as aplicações na Odontologia, a termografia pode complementar o exame físico anatômico, visto que apresenta em tempo real condições fisiológicas, de acordo com a temperatura. Esta técnica pode auxiliar no diagnóstico e planejamento do tratamento de alterações orofaciais, como processos inflamatórios e infecciosos na região orofacial, acompanhamento pós-cirúrgico e na avaliação rotineira da dor crônica, como em casos de pacientes com DTM. A termografia ainda é pouco utilizada na Odontologia, e protocolos para avaliação de alterações na região de cabeça e pescoço ainda devem ser testados e estabelecidos. Porém, já mostra ser um exame complementar de boa performance na detecção de pontos gatilho da dor, acompanhamento de pacientes de forma não invasiva e como documentação médico-legal.