A IDEOLOGIZAÇÃO DE “ROUSSEAU” NO TEATRO DA REVOLUÇÃO FRANCESA
Oobjetivo deste artigo é ressaltar o impacto das manifestações dos sans-culottes nas ruas de Paris entre 1792 e 1794 e da politização do debate público sobre a ideologização de Rousseau. De fato, no teatro da Revolução Francesa a mobilização do povo parisiense representa a referência “real” das disc...
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2020 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) |
| Repositorio: | Kriterion (Online) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:periodicos.ufmg.br:article/25752 |
| Acceso en línea: | https://periodicos.ufmg.br/index.php/kriterion/article/view/25752 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Jean-Jacques Rousseau Maximilien de Robespierre povo Revolução Francesa jacobinos democracia representativa |
| Sumario: | Oobjetivo deste artigo é ressaltar o impacto das manifestações dos sans-culottes nas ruas de Paris entre 1792 e 1794 e da politização do debate público sobre a ideologização de Rousseau. De fato, no teatro da Revolução Francesa a mobilização do povo parisiense representa a referência “real” das discussões e polêmicas que se desenvolvem acerca da soberania e expressão da vontade popular. A este respeito, as divergências na teoria e na publicística lidam basicamente com a questão da legitimidade, da oportunidade e dos efeitos possíveis da ação desse povo – que ocupa as ruas de Paris – sobre os destinos das nações e as formas constitucionais dos Estados europeus. Assim, estes debates desenvolvem-se produzindo confrontações, fraturas e cisões, inclusive no interior da sociedade jacobina, marcando sua radicalização em nome de “Jean-Jacques”. O eco desta identificação reverbera até hoje. Sendo assim, esta experiência continua influenciando (até inconscientemente) nosso imaginário da política, sobretudo em momentos de crise. |
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