Desenvolvimento hidrológico e fenologia de lagos da península Fildes, Antártica

Este artigo avalia a dinâmica de congelamento e descongelamento dos lagos da península Fildes, utilizando imagens TerraSAR-X (TSX) entre fevereiro e abril de 2011, e a correlação da área de superfície líquida com as variáveis temperatura, precipitação e vento. A área de superfície líquida foi obtida...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autores: Petsch, Carina, Costa, Rafaela Mattos, Rosa, Kátia Kellem da, Vieira, Rosemary, Braun, Matthias Holger, Simões, Jefferson Cardia
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2020
País:Brasil
Institución:Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)
Repositorio:Repositório Institucional da UFRGS
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:www.lume.ufrgs.br:10183/250197
Acceso en línea:http://hdl.handle.net/10183/250197
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Glacioquímica : Antártica
Glacial lakes
Descripción
Sumario:Este artigo avalia a dinâmica de congelamento e descongelamento dos lagos da península Fildes, utilizando imagens TerraSAR-X (TSX) entre fevereiro e abril de 2011, e a correlação da área de superfície líquida com as variáveis temperatura, precipitação e vento. A área de superfície líquida foi obtida a partir de classificação de imagem TSX, utilizando o classificador MAXVER, para 12 imagens do ano de 2011. A correlação de temperatura do ar atmosférico com a área, determinada pelo método de correlação de Spearman e Pearson, demonstra padrão de correlação significativa em 7 dos 15 lagos, enquanto a precipitação é uma importante variável na formação da superfície líquida em 11 dos 15 lagos. Todos os lagos voltados para a passagem deDrake mostram correlação significativa coma direção do vento que atua causando ondas na superfície líquida e que, por sua vez, provocam a quebra do gelo na superfície. Quanto à direção dos ventos, esta variável pode estar ligada à mudanças na duração doperíodo de ablação para a península Fildes. De forma geral, as imagens TSX permitiram um detalhamento temporal inédito para a área de estudo, possibilitando mapear os lagos no período entre fevereiro e abril de 2011.