O regressismo e o conservadorismo no periódico O Brasil

O presente trabalho consiste no estudo e na analise de algumas materias do periodico ''O Brasil'', nos anos de 1840 a 1843, a fim de estabelecer como que se deu a conformaçao da identidade politica dos regressistas, futuros conservadores, frente a de seus antagonistas politicos,...

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Detalhes bibliográficos
Autor: Queiroz, Tatiane Rocha de
Formato: tesis de maestría
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2011
País:Brasil
Recursos:Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ)
Repositorio:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UERJ
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:www.bdtd.uerj.br:1/13563
Acesso em linha:http://www.bdtd.uerj.br/handle/1/13563
Access Level:acceso abierto
Palavra-chave:Identity Politics
Press
Political Party
Identidade Politica
Imprensa
Partido
Brasil História1840-1843
Partidos políticos Minas Gerais 1840-1843
Partidos políticos São Paulo 1840-1843
CNPQ::CIENCIAS HUMANAS::HISTORIA::HISTORIA DO BRASIL
Descrição
Resumo:O presente trabalho consiste no estudo e na analise de algumas materias do periodico ''O Brasil'', nos anos de 1840 a 1843, a fim de estabelecer como que se deu a conformaçao da identidade politica dos regressistas, futuros conservadores, frente a de seus antagonistas politicos, os progressistas, futuros liberais. Essa identidade foi sendo definida através do embate politico estabelecida na imprensa do século XIX entre os principais representantes dos grupos politicos. A imprensa foi sendo utilizada não só para divulgar suas ideias e ideais, mas como um espaço possível de produçao de conhecimento e significados. Dessa feita, a fim de se perceber em que base a identidade politica partidária regressista / conservadora foi sendo conformada e divulgada, abordam-se dois temas: a antecipação da maioridade de D. Pedro II e a Revolta Liberal de 1842; acrescidos pela análise de um Dicionario Crítico da Língua Politica, que foi divulgado e problematizado nas páginas do ''O Brasil'' em 1843. A discussão sobre a maioridade do jovem monarca e depois a sua concretização exigiu de ambos os grupos politicos em maior definição de seus projetos de ação e de seus posicionamentos, a ponto de suas identidades irem sendo delimitadas e rearanjadas. A análise dos conflitos armados de São Paulo e Minas Gerais, em 1842, possibilitou visualizar um desenho mais polarizado das identidades politicas partidarias que passaram a ser denominados de liberais e conservadores. O dicionário político publicado e problematizado nas páginas do ''O Brasil'' retratou em palavras a dinâmica de conformação e re-significação dessas identidades politicas.