Verruga vulgar no lúpus eritematoso sistêmico: um estudo de prevalência
Introdução: O lúpus eritematoso sistêmico (LES) é uma condição reumatológica sistêmica inflamatória crônica. Está associada à imunossupressão, que pode ser causada pela própria doença ou pelo seu tratamento. Consequentemente, espera-se um aumento de infecçõesoportunistas, incluindo uma alta prevalên...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis doctoral |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2023 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública (EBM) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.bahiana.edu.br:bahiana/7626 |
| Acceso en línea: | https://repositorio.bahiana.edu.br:8443/jspui/handle/bahiana/7626 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Verruga Vulgar Lúpus Eritematoso Sistêmico Papilomavirus Humano |
| Sumario: | Introdução: O lúpus eritematoso sistêmico (LES) é uma condição reumatológica sistêmica inflamatória crônica. Está associada à imunossupressão, que pode ser causada pela própria doença ou pelo seu tratamento. Consequentemente, espera-se um aumento de infecçõesoportunistas, incluindo uma alta prevalência hipotética de verrugas vulgares (VV) na pele. Objetivos: Este estudo teve como objetivo delinear a prevalência de VV em uma coorte de pacientes com LES. Além disso, investigou possíveis associações entre a presença de VV e fatores como atividade da doença, imunossupressão, presença de autoanticorpos e infecções virais concomitantes. Métodos: Este estudo transversal descritivo envolveu pacientes com LES classificados de acordo com o American College of Rheumatology (EULAR/ACR, 2019) e acompanhados em um centro de reumatologia de referência. As avaliações foram realizadas durante as consultas reumatológicas, onde foram aplicados questionários e utilizado o Índice de Atividade da Doença do Lúpus Eritematoso Sistêmico (SLEDAI). Além disso, foram coletadas amostras laboratoriais e realizados exames oftalmológicos. Caso fossem identificadas lesões sugestivas de VV clinicamente, os pacientes eram submetidos a biópsias de pele para estudo anatomopatológico pelo método da hematoxilina/eosina. Resultados: O estudo incluiu 125 pacientes, dos quais apenas cinco apresentaram VV confirmada por biópsia, representando uma prevalência de 4%. Nenhuma correlação foi encontrada entre a ocorrência de VV e atividade da doença, presença de autoanticorpos, imunossupressão ou outras infecções virais. Conclusão: A prevalência de VV nesta amostra de pacientes com LES foi menor do que a relatada em vários outros estudos. Apesar do número limitado de pacientes com VV, tornando difícil tirar conclusões definitivas, nossos achados não indicaram associação entre a presença de VV e os parâmetros clínicos e laboratoriais avaliados. |
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