[en] AN APROACH OF DE LA GLOIRE AND DE LA PRESUMPTION AND THE IDEA OF THE AUTOPORTRAIT IN MONTAIGNS ESSAYS

[pt] Na primeira página dos Ensaios Montaigne se dirigia diretamente aos seus leitores para declarar seu objetivo de representar a si mesmo em sua forma mais simples e ordinária. O intento do autoretrato o levava a advertir de imediato: je me suis proposée aucune fin que domestique et privée. Je n a...

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Detalhes bibliográficos
Autor: SERGIO XAVIER GOMES DE ARAUJO
Formato: tesis doctoral
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2008
País:Brasil
Recursos:Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RIO)
Repositorio:Repositório Institucional da PUC-RIO (Projeto Maxwell)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:MAXWELL.puc-rio.br:12670
Acesso em linha:https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=12670&idi=1
https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=12670&idi=2
http://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.12670
Access Level:acceso abierto
Palavra-chave:[pt] HUMANISMO
[pt] AUTORETRATO
[pt] MONTAIGNE
[pt] CETICISMO
[en] HUMANISM
[en] AUTOPORTRAIT
[en] MONTAIGNE
[en] SKEPTICISM
Descrição
Resumo:[pt] Na primeira página dos Ensaios Montaigne se dirigia diretamente aos seus leitores para declarar seu objetivo de representar a si mesmo em sua forma mais simples e ordinária. O intento do autoretrato o levava a advertir de imediato: je me suis proposée aucune fin que domestique et privée. Je n ay nulle consideration de ton service ny de ma gloire. Seu estilo privado, assim, representava uma novidade em seu tempo, contrastando com a prática geral dos autores humanistas de exibir sua erudição e servir à instrução pública a fim de fazer-se imortalizar como exemplos de sabedoria. Pretendemos investigar aqui esse caráter de novidade da obra de Montaigne sob a égide das motivações e dos procedimentos próprios do autoretrato tomando como centro de nosso estudo sua crítica da glória. Esta, com efeito, marcava sua distância em relação ao ideário humanista, assim como aos modos que determinavam os padrões da relação entre autor e leitor no Renascimento, pautados no desejo do autor de instruir e de glorificar-se e na disposição do leitor em ser instruído e elogiar. Para isso tomaremos aqui como objeto de análise o percurso da reflexão de Montaigne do ensaio Da glória, em que melhor desenvolve sua perspectiva negativa sobre as ambições e Da presunção, que se lhe segue imediatamente, em que toma a si mesmo como objeto, traçando de si um autoretrato oposto à aspiração de engrandecer-se.