Desenvolvimento e validação de dois modelos sintéticos para ensino da técnica de coleta de líquido cerebroespinhal em forame magno de cães

O objetivo deste trabalho foi desenvolver e validar dois modelos sintéticos para ensino da técnica de coleta de líquido cerebroespinhal (LCE) em forame magno de cães. Os modelos foram confeccionados utilizando-se materiais sintéticos, com exceção dos crânios e colunas cervicais, obtidos de cadáveres...

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Detalhes bibliográficos
Autores: Bonrruque, Andrea Ariane Matias, Freitag, Flávia Thaysa Vieira, Stedile, Simone Tostes de Oliveira
Tipo de documento: artigo
Estado:Versão publicada
Data de publicação:2022
País:Brasil
Recursos:Universidade Federal do Paraná (UFPR)
Repositório:Archives of Veterinary Science (Online)
Idioma:português
OAI Identifier:oai:ojs.pkp.sfu.ca:article/82770
Acesso em linha:https://revistas.ufpr.br/veterinary/article/view/82770
Access Level:Acceso aberto
Palavra-chave:aprendizado
forame magno
líquor
neurologia
simuladores.
Descrição
Resumo:O objetivo deste trabalho foi desenvolver e validar dois modelos sintéticos para ensino da técnica de coleta de líquido cerebroespinhal (LCE) em forame magno de cães. Os modelos foram confeccionados utilizando-se materiais sintéticos, com exceção dos crânios e colunas cervicais, obtidos de cadáveres. A mimetização do espaço atlanto-occipital para a coleta de LCE foi elaborada com dois mecanismos internos distintos. Um dos mecanismos consistiu em um tubo de látex preenchido por líquido, e foi acoplado a um manequim de um cão de pequeno porte. O outro consistiu em um circuito elétrico interno com sensores, acionando um sensor verde se puncionado o local correto e um sensor vermelho no caso da punção incorreta e foi acoplado a um manequim de um cão de grande porte. Os modelos foram submetidos à validação de conteúdo por médicos veterinários com experiência na coleta de LCE. Após essa validação, os modelos foram disponibilizados a médicos veterinários divididos em dois grupos, com e sem experiência prévia em coleta de LCE. Um instrutor e material de apoio impresso estavam disponíveis para explicações sobre a técnica de coleta aos participantes antes do início das tentativas nos modelos. Os participantes tiveram seu desempenho avaliado durante as tentativas de coleta. O desempenho dos participantes foi influenciado positivamente pelo aumento das tentativas e pela intervenção do instrutor. O treinamento contribuiu para aumentar a confiança do profissional e os modelos auxiliaram no ensino da técnica de coleta de LCE podendo, potencialmente, reduzir a curva de aprendizado. Os dois modelos foram considerados métodos alternativos validados para o ensino de coleta de LCE em forame magno de cães.