Efeito da glicoinositolfosfolipida (GIPL) de Trypanosoma cruzi na atividade de células mononucleares humanas do sangue periférico

Os GIPLs estão presentes no glicocálix de Leishmania e T cruzi e são considerados importantes para a sobrevivência do parasito. Os GIPLs estão implicados na modulação da resposta macrofágica murina. Pouco se sabe sobre o efeito do GIPL de T. cruzi sobre células humanas. Nós investigamos o efeito do...

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Detalles Bibliográficos
Autor: Patrício, Julie Alvina Guss
Tipo de recurso: tesis de maestría
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2002
País:Brasil
Institución:Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ)
Repositorio:Repositório Institucional da FIOCRUZ (ARCA)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:arca.fiocruz.br:icict/34479
Acceso en línea:https://arca.fiocruz.br/handle/icict/34479
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Trypanosoma cruzi
Macrófagos
Citocinas
Glicoconjugados
Macrophages
Cytokines
Glycoconjugates
Descripción
Sumario:Os GIPLs estão presentes no glicocálix de Leishmania e T cruzi e são considerados importantes para a sobrevivência do parasito. Os GIPLs estão implicados na modulação da resposta macrofágica murina. Pouco se sabe sobre o efeito do GIPL de T. cruzi sobre células humanas. Nós investigamos o efeito do GIPL da cepa Colombiana de T. cruzi (GIPLcol) sobre macrófagos e linfócitos derivados de células mononucleares do sangue periférico(CMSP). O GIPL (10 a 20 μg/ml) foi adicionado a culturas de macrófagos humanos estimulados ou não com LPS (500 pg/ml). A produção de TNFa, IL8, ILl2 e IL10 foi dosada 48 horas depois. O GIPL não teve efeito sobre a produção de citocinas em macrófagos não estimulados. A adição do GIPL em células estimuladas com LPS levou à redução da produção de TNF-a, IL-12 e IL-10. Esta inibição não foi devido à toxicidade do GIPL, já que as células permaneceram viáveis depois de 5 dias de cultura com GIPL (10 μg/ml). Nós também testamos se a adição de GIPL modula a produção de IFNy por linfócitos ativados por anti-CD3. Células Mononucleares do Sangue Periférico estimuladas com anti-CD3 solúvel (10 μg/ml) produzem altas concentrações de IFN-y. A adição do GIPL não interferiu com esta produção. O GIPL não estimula a produção de IFN-y e a proliferação de linfócitos de pacientes com doença de Chagas. Com base nesses dados, concluímos que o GIPL parece estar envolvido na sobrevivência parasitária, através da supressão de macrófagos.