A meditação da morte em Montaigne
Esta tese investiga, basicamente, o ensaio Que philosopher cest apprendre a mourir, do filósofo francês Michel de Montaigne. Trata-se de um texto que é um bom exemplo da forma como o filósofo rejeita a tradição metafísica na qual o problema da morte sempre foi pensado (dos pensadores gregos aos teól...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis doctoral |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2012 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade de São Paulo (USP) |
| Repositorio: | Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:teses.usp.br:tde-14092012-114446 |
| Acceso en línea: | http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8133/tde-14092012-114446/ |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Éticas helenísticas Filosofia renascentista Hellenistic ethics Meditação da morte Meditation of death Montaigne Renaissance philosophy |
| Sumario: | Esta tese investiga, basicamente, o ensaio Que philosopher cest apprendre a mourir, do filósofo francês Michel de Montaigne. Trata-se de um texto que é um bom exemplo da forma como o filósofo rejeita a tradição metafísica na qual o problema da morte sempre foi pensado (dos pensadores gregos aos teólogos medievais). Mostramos que a originalidade deste ensaio reside no fato de Montaigne nos aconselhar a seguir a natureza (a qual, em seu pensamento, se confunde com o costume), e, com isso, ele se distancia não só da dogmática cristã, mas também dos ensinamentos morais helenísticos. |
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