Emergência da múltipla resistência a antimicrobianos em Vibrio cholerae isolados de pacientes com gastroenterite no Ceará, Brasil

Das 7058 amostras de Vibrio cholerae isoladas de pacientes com suspeita de síndrome coleriforme, no período de 1991 a 1993, no Estado do Ceará, foram detectadas duas com as características de múltipla resistência aos antimicrobianos (tetraciclina, ampicilina, eritromicina, sulfametoxazol-trimetoprim...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autores: Hofer, Ernesto, Quintaes, Bianca Ramalho, Reis, Eliane Moura Falavina dos, Rodrigues, Dália dos Prazeres, Seki, Liliane Miyuki, Feitosa, Iracema Sampaio, Ribeiro, Luiza Helena Feitosa Frota, Ferreira, Maria Rozzelê
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:1999
País:Brasil
Institución:Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ)
Repositorio:Repositório Institucional da FIOCRUZ (ARCA)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:arca.fiocruz.br:icict/36776
Acceso en línea:https://arca.fiocruz.br/handle/icict/36776
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Vibrio cholerae O1 e não O1
Resistência antimicrobiana
Plasmídio
Cólera
Vibrio cholerae O1 and no O1
Antimicrobial resistance
Plasmid
Cholera
Descripción
Sumario:Das 7058 amostras de Vibrio cholerae isoladas de pacientes com suspeita de síndrome coleriforme, no período de 1991 a 1993, no Estado do Ceará, foram detectadas duas com as características de múltipla resistência aos antimicrobianos (tetraciclina, ampicilina, eritromicina, sulfametoxazol-trimetoprima) e ao composto vibriostático O/129 (2,4-diamino-6,7d i i s o p ropilpteridina). Do ponto de vista bacteriológico uma amostra foi identificada como V. cholerae s o ro g rupo O:1, biotipo El Tor e sorovar Inaba e a outra, caracterizada como V. cho l e r a e so r og r upo O:22, classificada bioquimicamente no tipo II de Heiberg. Foi demonstrado que apenas na amostra do sorogrupo O:1, a multirresistência era codificada por um plasmídio, transferível por conjugação para Escherichia coli K12 e amostras sensíveis de V. cholerae O1 e não O1, numa freqüência entre 8x10- 2 a 5x10- 6. O plasmídio responsável pela multirresistência apresentou um peso molecular de 147 Kb, compatível com as descrições em outras partes do mundo.