Artistas mulheres na ditadura brasileira: os casos de Wanda Pimentel e Teresinha Soares
Este estudo investiga as produções artísticas de Wanda Pimentel e Teresinha Soares em meados da década de 1960 e início da década de 1970, com o objetivo de analisar a questão de gênero e a construção da subjetividade feminina. A pesquisa buscou analisar as relações estéticas das obras de Pimentel e...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2018 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade de São Paulo (USP) |
| Repositorio: | Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:teses.usp.br:tde-12122018-120942 |
| Acceso en línea: | http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/93/93131/tde-12122018-120942/ |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Arte brasileira de 1960/1970 Brazilian art in the 1960s and 1970s Brazilian avant-garde Gender Gênero Teresinha Soares Vanguarda brasileira Wanda Pimentel |
| Sumario: | Este estudo investiga as produções artísticas de Wanda Pimentel e Teresinha Soares em meados da década de 1960 e início da década de 1970, com o objetivo de analisar a questão de gênero e a construção da subjetividade feminina. A pesquisa buscou analisar as relações estéticas das obras de Pimentel e Soares à luz das influências das teorias feministas que migravam dos Estados Unidos para o Brasil ao final dos anos de 1960. A partir disso, destacou as relações teóricas entre as questões de gênero e as práticas artísticas das vanguardas brasileiras. Ademais, esta pesquisa tratou da circulação das obras de Pimentel e Soares, visto que as artistas estiveram inseridas no circuito de arte brasileiro em exposições coletivas, salões e bienais no período estudado. Esse contexto de circulação permitiu uma visão crítica frente à retomada das obras dessas artistas em exposições internacionais nos últimos três anos, em virtude de uma política revisionista dos museus acerca das questões de gênero e da produção artística de países à margem dos centros culturais canônicos. O estudo amplia o conhecimento acadêmico sobre as produções artísticas realizadas por mulheres nas décadas de 1960 e 1970, que adotaram a crítica feminista sem se ater a movimentos sociais, contribuindo para o debate sobre a suposta marginalidade da mulher no circuito de arte brasileiro durante a ditadura militar. |
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