O mito fascista da romanidade

Este ensaio procura analisar como o mito de Roma foi utilizado por Mussolini para criar uma "especificidade" fascista que coincidisse com uma "especificidade" da nação italiana. Práticas rituais, gestos, valores, símbolos foram retomados, de forma variamente arbitrária, para cons...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: Giardina, Andrea
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2008
País:Brasil
Institución:Universidade de São Paulo (USP)
Repositorio:Estudos Avançados
Idioma:portugués
inglés
OAI Identifier:oai:revistas.usp.br:article/10320
Acceso en línea:https://revistas.usp.br/eav/article/view/10320
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Fascismo
Roma antiga
Mito
Religião da política
Fascism
Ancient Rome
Myth
Religion of politics
Descripción
Sumario:Este ensaio procura analisar como o mito de Roma foi utilizado por Mussolini para criar uma "especificidade" fascista que coincidisse com uma "especificidade" da nação italiana. Práticas rituais, gestos, valores, símbolos foram retomados, de forma variamente arbitrária, para construir um mito que gerava novas ambigüidades, e que constituiu, à diferença do nazismo, um empecilho para a própria sobrevivência da "romanidade" após Mussolini.