Óleo essencial de Origanum vulgare no tratamento da esporotricose experimental cutânea
A esporotricose tem emergido como uma importante doença zoonótica em grandes centros urbanos. Seu tratamento é realizado através da administração de antifúngicos por períodos prolongados, sendo restritos os princípios ativos utilizados, necessitando de outras opções terapêuticas. Dessa forma, o pres...
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| Formato: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2023 |
| País: | Brasil |
| Recursos: | Universidade Federal de Itajubá (UNIFEI) |
| Repositorio: | Research, Society and Development |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:ojs.pkp.sfu.ca:article/41860 |
| Acesso em linha: | https://rsdjournal.org/index.php/rsd/article/view/41860 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palavra-chave: | Ação antifúngica Esporotricose Origanum vulgare. Acción antifúngica Esporotricosis Antifungal action Sporotrichosis |
| Resumo: | A esporotricose tem emergido como uma importante doença zoonótica em grandes centros urbanos. Seu tratamento é realizado através da administração de antifúngicos por períodos prolongados, sendo restritos os princípios ativos utilizados, necessitando de outras opções terapêuticas. Dessa forma, o presente estudo visa determinar a atividade do óleo de Origanum vulgare no tratamento da esporotricose cutânea experimental. Para isso, foram utilizados 40 ratos machos da linhagem Wistar divididos em quatro grupos experimentais, inoculados com S. brasiliensis e submetidos a 30 dias de tratamento. Semanalmente, os animais eram avaliados e dois animais por grupo eram eutanasiados para a coleta de material para analisar o desenvolvimento da doença e a evolução dos diferentes tratamentos. Ao final dos 30 dias, os animais remanescentes foram eutanasiados e, também, tiverem materiais biológicos coletados para análises. Os animais pertencentes aos grupos itraconazol e controle não apresentação desaparecimento total dos sinais clínicos durante o experimento. Os animais tratados com o óleo essencial, não apresentaram nenhuma alteração microscópica em rins, fígado e baço durante todo o período. O fungo foi retroisolado do linfonodo regional de todos animais de todos os grupos nas quatro necropsias realizadas. |
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