Análise fitossociológica e do estoque de carbono no estrato arbóreo de um fragmento de floresta estacional semidecidual

Os estudos direcionados para quantificação de estoques de carbono fixado por florestas naturais estão em ampla evidência, assim como a discussão sobre a efetividade da recuperação de áreas degradadas como estratégia para reduzir os níveis de CO2 atmosférico. Neste sentido, tiveram-se dois objetivos...

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Detalles Bibliográficos
Autores: Gaspar, Ricardo de Oliveira, Castro, Renato Vinícius Oliveira, Del Peloso, Ricardo Vieira, Souza, Felippe Coelho de, Martins, Sebastião Venâncio
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2014
País:Brasil
Institución:Universidade de Brasília (UnB)
Repositorio:Repositório Institucional da UnB
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:repositorio.unb.br:10482/29427
Acceso en línea:http://repositorio.unb.br/handle/10482/29427
https://dx.doi.org/10.5902/1980509814569
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Mata Atlântica
Estoque de carbono
Sequestro de carbono
Descripción
Sumario:Os estudos direcionados para quantificação de estoques de carbono fixado por florestas naturais estão em ampla evidência, assim como a discussão sobre a efetividade da recuperação de áreas degradadas como estratégia para reduzir os níveis de CO2 atmosférico. Neste sentido, tiveram-se dois objetivos neste artigo: i) quantificar o estoque de carbono presente na biomassa da parte aérea de um fragmento de Floresta Estacional Semidecidual Montana, pertencente ao Bioma Mata Atlântica no estado de Minas Gerais e ii) incorporar a variável estoque de carbono na estrutura horizontal da análise fitossociológica e comparar os resultados aos obtidos pela metodologia padrão, sem utilizar essa variável no cálculo do valor de importâncias das espécies. Os resultados indicam que o estoque de carbono encontrado equivale a fragmentos em estágio médio de sucessão, e que a utilização da variável carbono influencia sobremaneira o valor de importância das espécies. Esta metodologia serve como suporte para a escolha de espécies arbóreas de maior potencial para sequestrar carbono e pode subsidiar programas de restauração de remanescentes florestais do Bioma de Mata Atlântica.