Práticas do desassossego : um estudo de caso sobre a literatura antilhana de língua francesa pelo viés decolonial

Este artigo busca apresentar uma contribuição aos debates de culturas de língua francesa através de um estudo de caso sobre literatura antilhana por um viés decolonial (Walsh, 2013). Serão apresentados como exemplos decoloniais os estudos sobre a tradição dos contos crioulos, registrados e traduzido...

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Detalles Bibliográficos
Autores: Silva, Liliam Ramos da, Pozzi, Jéssica de Souza
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2020
País:Brasil
Institución:Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)
Repositorio:Repositório Institucional da UFRGS
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:www.lume.ufrgs.br:10183/223883
Acceso en línea:http://hdl.handle.net/10183/223883
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Literatura antilhana
Língua francesa
Decolonial thinking
Antillean literature in French
Literatures of disquiet
Ina Césaire
Patrick Chamoiseau
Descripción
Sumario:Este artigo busca apresentar uma contribuição aos debates de culturas de língua francesa através de um estudo de caso sobre literatura antilhana por um viés decolonial (Walsh, 2013). Serão apresentados como exemplos decoloniais os estudos sobre a tradição dos contos crioulos, registrados e traduzidos para o francês por Ina Césaire e Joëlle Laurent em três obras bilíngues publicadas pela Éditions Caribéennes (Contes de Mort et de Vie aux Antilles, 1976; Contes de Soleil et de Pluie aux Antilles, 1988; Contes de Nuits et de Jours aux Antilles, 1989), e seus reflexos na literatura das Antilhas e da Guiana Francesa. A proposta decolonial também será aplicada à obra Solibo Magnifique, de Patrick Chamoiseau (1991). Para tanto, utiliza-se o conceito de literaturas do desassossego de Gauvin (2016) a fim de opor-se aos conceitos de francofonia e de Littérature-monde – apresentados por Alves (2012) – para designar as literaturas de língua francesa nas Américas, buscando incluí-las nas produções latinoamericanas. Percebe-se, assim, grande influência das tradições orais nas produções contemporâneas de escritores antilhanos, além da importância de levar este fato em conta em uma análise que se proponha decolonial dentro da universidade, como discorre Restrepo (2018).