Fatores associados à desesperança moderada e/ou grave em mães com privação de liberdade
A população carcerária brasileira feminina é considerada a quarta maior do mundo. As condições insalubres do cárcere no Brasil são evidenciadas pela superlotação das prisões e condições sanitárias e de higiene precárias, alimentação inadequada e dificuldades na assistência médica, jurídica e educaci...
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| Tipo de recurso: | tesis doctoral |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2022 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal da Bahia (UFBA) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UFBA |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.ufba.br:ri/38319 |
| Acceso en línea: | https://repositorio.ufba.br/handle/ri/38319 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | CNPQ::CIENCIAS DA SAUDE::ENFERMAGEM Depressão Ansiedade Desesperança Privação de liberdade Mães Prisões Prisioneiros Depression Anxiety Hopelessness Deprivation of liberty Mothers Prisoners |
| Sumario: | A população carcerária brasileira feminina é considerada a quarta maior do mundo. As condições insalubres do cárcere no Brasil são evidenciadas pela superlotação das prisões e condições sanitárias e de higiene precárias, alimentação inadequada e dificuldades na assistência médica, jurídica e educacional. Em países desenvolvidos, foi identificado que mulheres em privação de liberdade sofrem mais abuso físico e sexual e distúrbios físico e mental do que mulheres livres. Objetivou-se investigar os fatores associados à desesperança moderada e/ou grave em mães com privação de liberdade. Trata-se de um estudo de corte transversal voltado para a temática de saúde mental de mães em situação de privação de liberdade e foi realizado em um Conjunto Penal Feminino localizado em um Complexo Penitenciário alocado na cidade de Salvador – BA. Após a coleta de dados, os instrumentos foram conferidos, inseridos em um banco de dados específico e as informações analisadas por meio de software estatístico stata versão 12.0. Foram analisadas estatísticas descritivas e inferenciais. Procedeu-se modelagem multivariada por meio da Regressão de Poisson com variância robusta, com nível de significância estatística de 5%. Predominaram mães com idade de 30 anos ou mais, solteiras, ensino fundamental, trabalhadoras autônomas, níveis leve de desesperança (45,1%), grave de ansiedade (42,3%) e mínimo de depressão (40,0%). A prevalência de desesperança moderada/grave foi 18,3%, com associação estatisticamente significante com nível de ansiedade moderada/grave (RP=3,79), ajustando-se por escolaridade e ocupação, associados à desesperança moderada ou grave nessas mulheres privadas de liberdade. A frequência de sintomas de ansiedade está associada a sintomas de desesperança e os sintomas de depressão não se associou a sintomas de desesperança. |
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