ALFABETIZAÇÃO, LETRAMENTO E LUDICIDADE NA FORMAÇÃO E PRÁTICA DE PROFESSORES ALFABETIZADORES
O artigo discute a necessária relação entre alfabetização, letramento e ludicidade na prática pedagógica e em políticas de formação continuada para professores alfabetizadores. Trata-se de uma pesquisa qualitativa que objetivou analisar as relações e contradições entre os fundamentos teórico-metodol...
| Autores: | , |
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| Formato: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2020 |
| País: | Brasil |
| Recursos: | Universidade Federal do Piauí (UFPI) |
| Repositorio: | Linguagens, Educação e Sociedade (Online) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:periodicos.ufpi.br:article/1046 |
| Acesso em linha: | https://periodicos.ufpi.br/index.php/lingedusoc/article/view/1046 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palavra-chave: | Prática Pedagógica Formação Continuada Alfabetização Letramento |
| Resumo: | O artigo discute a necessária relação entre alfabetização, letramento e ludicidade na prática pedagógica e em políticas de formação continuada para professores alfabetizadores. Trata-se de uma pesquisa qualitativa que objetivou analisar as relações e contradições entre os fundamentos teórico-metodológicos que embasam a formação continuada na Rede Municipal de Curitiba e as repercussões para a prática pedagógica de professores alfabetizadores, do primeiro ano do Ensino Fundamental. O trabalho de campo constou de entrevistas com profissionais do sistema municipal de ensino, responsáveis pela formação continuada e com professores alfabetizadores, sendo a análise de conteúdo das entrevistas realizada com base no método de Bardin (1977). Ressalta-se que as ações formativas seguem diretrizes e documentos da mantenedora que, orientam como fundamento da prática pedagógica a concepção sociointeracionista de aprendizagem e propõem o trabalho associado entre alfabetização e letramento. No entanto, constataram-se contradições em relação à sua efetividade, que para as professoras alfabetizadoras, enfatizam o repasse de práticas para ensino do sistema alfabético. Esta perspectiva fragiliza a formação dos alfabetizadores, que demanda consistente base teórica para compreensão e materialização de práticas integradas de alfabetização e letramento, contemplando suas múltiplas facetas e, entre elas, o direito à aprendizagem lúdica na infância. |
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