Regeneração de fibras nervosas periféricas após degeneração induzida por Haloxon

Eventos de neurotoxicidade tardia têm sido freqüentemente associados com intoxicação crônica por organofosforados. Com a finalidade de estudar essa condição em ovelhas, 11 animais receberam uma ou duas doses de 353 ou 500 mg/kg de Haloxon via oral. Os animais intoxicados foram observados diariamente...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autores: Souza, Maria Veronica de, Graça, Dominguita Luhers, Ferrão, Sandro Narciso Nunes, Contesini, Emerson Antônio
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:1996
País:Brasil
Institución:Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da Universidade de São Paulo (FMVZ-USP)
Repositorio:Brazilian Journal of Veterinary Research and Animal Science
Idioma:inglés
OAI Identifier:oai:revistas.usp.br:article/50206
Acceso en línea:https://www.revistas.usp.br/bjvras/article/view/50206
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Haloxon
Poisoning
Sheep
Neurotoxins
Nerve regeneration
Envenenamentos
Ovinos
Neurotoxinas
Regeneração nervosa.
Descripción
Sumario:Eventos de neurotoxicidade tardia têm sido freqüentemente associados com intoxicação crônica por organofosforados. Com a finalidade de estudar essa condição em ovelhas, 11 animais receberam uma ou duas doses de 353 ou 500 mg/kg de Haloxon via oral. Os animais intoxicados foram observados diariamente e, entre 16 e 25 dias após a intoxicação, sinais neurológicos de incoordenação e ataxia foram detectados em seis deles. Foram realizadas biópsias de nervos tibiais e laríngeos tão logo a neurotoxicidade foi diagnosticada e, após a morte, fragmentos de nervos periféricos selecionados foram colhidos, juntamente com o sistema nervoso central, para estudos de microscopia óptica, eletrônica de transmissão e de fibras desfiadas. Os nervos tibiais, laríngeos e ciáticos mostraram as alterações mais pronunciadas, que consistiram em degeneração walleriana, ora de uma única fibra, ora de todo um fascículo. Após a morte, exames histológicos revelaram fibras em regeneração com brotamentos axonais crescendo dentro de membranas de células de Schwann, alguns exibindo bainhas finas de mielina.