O genocídio de Ruanda e a dinâmica da inação estadunidense

O presente trabalho tem como objetivo avaliar os motivos que impediram a intervenção dos Estados Unidos no Genocídio de Ruanda, em 1994. A inação da comunidade internacional diante do conflito gerou grande constrangimento e profundos debates acerca da seletividade nas questões de intervenção humanit...

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Detalhes bibliográficos
Autor: Araujo, Cintia Ribeiro de [UNESP]
Tipo de documento: dissertação
Estado:Versão publicada
Data de publicação:2012
País:Brasil
Recursos:Universidade Estadual Paulista (UNESP)
Repositório:Repositório Institucional da UNESP
Idioma:português
OAI Identifier:oai:repositorio.unesp.br:11449/93738
Acesso em linha:http://hdl.handle.net/11449/93738
Access Level:Acceso aberto
Palavra-chave:Nações Unidas
Intervenção humanitária
Mediação internacional
Genocidio
Conflitos étnicos
Ruanda - História - Guerra Civil, 1994
Estados Unidos - Relações exteriores
Descrição
Resumo:O presente trabalho tem como objetivo avaliar os motivos que impediram a intervenção dos Estados Unidos no Genocídio de Ruanda, em 1994. A inação da comunidade internacional diante do conflito gerou grande constrangimento e profundos debates acerca da seletividade nas questões de intervenção humanitária. A proposta da pesquisa é discutir como a partilha da África interferiu nas relações da população de Ruanda durante o período colonial, que acabou por culminar no conflito de 1994 e, posteriormente, como a falta de ação dos Estados Unidos permitiu a continuação dos massacres dos tutsis pelos hutus. Pretende-se avaliar se a inação ocorreu porque Ruanda é um país cujo interesse estratégico e econômico é praticamente inexistente