Comparação entre o método Pilates e a cinesioterapia do assoalho pélvico associada à eletroestimulação na recuperação de incontinência urinária pós-prostatectomia radical : ensaio clínico aleatorizado
Resumo: Introdução: O tratamento conservador para incontinência urinária masculina após a prostatectomia radical (PTR) envolve o treino muscular do assoalho pélvico (TMAP) com ou sem eletroestimulação anal (EEA), biofeedback, e uso de medicamentos Os músculos do assoalho pélvico (AP) agem sinergicam...
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2024 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Estadual de Londrina (UEL) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UEL |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.uel.br:123456789/14923 |
| Acceso en línea: | https://repositorio.uel.br/handle/123456789/14923 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Incontinência urinária Prostatectomia Pilates, Método Assoalho pélvico Fisioterapia Urinary incontinence Prostatectomy Pilates method |
| Sumario: | Resumo: Introdução: O tratamento conservador para incontinência urinária masculina após a prostatectomia radical (PTR) envolve o treino muscular do assoalho pélvico (TMAP) com ou sem eletroestimulação anal (EEA), biofeedback, e uso de medicamentos Os músculos do assoalho pélvico (AP) agem sinergicamente com os músculos profundos do tronco contribuindo para o equilíbrio da pressão intra-abdominal (PIA), da biomecânica respiratória e das respostas posturais O princípio do método Pilates é a ativação dessa musculatura profunda do tronco coordenada com a respiração e com os movimentos Não existem estudos que corroborem o Pilates como tratamento de incontinência em homens, pode-se assegurar que esse método trabalha as contrações de AP como princípio para a prática Objetivos: Comparar a eficácia de um programa de exercícios de Pilates no solo com um protocolo de exercícios específicos de assoalho pélvico associado à EEA na recuperação da continência urinária pós-prostatectomia Material e Métodos: Ensaio clínico aleatorizado com 69 sujeitos submetidos à PTR com incontinência urinária (G1:Pilates; G2: EEA e TMAP) avaliados 1 mês após a cirurgia A avaliação incluiu os sintomas miccionais, o teste do absorvente em 24 horas e International Consultation Incontinence Questionaire – Short Form (ICIQ-SF) Submeteram-se a 1 sessões e foram reavaliados Determinou-se a continência objetivamente pela não necessidade de usar absorvente e subjetivamente por escore de qualidade de vida igual à zero no International Consultation on Incontinence Questionnaire – Short Form (ICIQ-SF) Os dados foram analisados pelo software R e submetidos ao teste de Shapiro Wilk para verificação de normalidade Realizou-se a comparação intra-grupo pelo teste não paramétrico de Wilcoxon, as variáveis qualitativas pelo teste Qui-quadrado e a comparação final intergrupo pelo teste de hipótese para proporções (considerou-se a diferença como p<,5) Resultados: Cinquenta e quatro sujeitos finalizaram o estudo (G1: 26 e G2: 28), exclusão de 1 e 5 deixaram o programa Ambos os grupos reduziram os episódios de nocturia de 3 para 2 (p<,5) O G1 mostrou ser tão eficaz quanto o G2 na redução da quantidade de urina perdida em 24 horas (G1: 17,5 para 11 gramas; G2: 71 para 17 gramas) e na melhora da qualidade de vida (escore final G1:3 e G2:7) G1 teve 58% dos sujeitos continentes ( absorvente/ dia) e G2 5% (p=,57) Conclusão: O método Pilates provou ser tão eficiente, quanto exercícios específicos de assoalho pélvico associados à EEA, para a recuperação da continência urinária sugerindo que possa ser uma opção para o tratamento conservador de incontinência urinária pós-prostatectomia radical |
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