Conexões e fronteiras de uma rede de sociabilidade: Sertão de Pernambuco (1840-1880). // Connections and frontiers of a network of sociability: Sertão de Pernambuco (1840-1880).

Este artigo trata da trajetória de proprietários rurais de Floresta e de Tacaratú, vilas da região sub-média do Rio São Francisco, margem pernambucana. As pesquisas, baseadas em fontes judiciais e cartoriais, nos permitiram caracterizar a formação dessa categoria social, principalmente, no período d...

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Detalhes bibliográficos
Autor: Ferreira, Maria
Formato: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2012
País:Brasil
Recursos:Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)
Repositorio:Clio (Recife. Online)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:oai.periodicos.ufpe.br:article/24346
Acesso em linha:https://periodicos.ufpe.br/revistas/index.php/revistaclio/article/view/24346
Access Level:acceso abierto
Palavra-chave:rede de sociabilidade
política
elite. // réseau de sociabilité
élite
politique.
Descrição
Resumo:Este artigo trata da trajetória de proprietários rurais de Floresta e de Tacaratú, vilas da região sub-média do Rio São Francisco, margem pernambucana. As pesquisas, baseadas em fontes judiciais e cartoriais, nos permitiram caracterizar a formação dessa categoria social, principalmente, no período de implantação da Lei de Terras de 1850. Constatamos que, articuladas em rede de sociabilidade famílias de proprietários não somente comandaram a burocracia administrativa local, mas, também participaram ativamente da construção sociocultural e econômica desse espaço chamado Sertão.   Cet article repose sur l'analyse de la trajectoire sociale de propriétaires fonciers de Floresta et de Tacaratú, région du Médio São Francisco, l'arrière-pays du Pernambouc. La recherche de documents judiciaires et notariaux permet de situer les caractéristiques de la formation sociale de cette catégorie, dans la période de l'exécution de la Loi de Terres de 1850. Nous avons constaté que ces familles ont participé de la construction de cet espace de l'arrière-pays, comme catégorie socialement dominante et tant que de membres de la bureaucratie administrative locale