Muniz Sodré: o comum de uma escola disruptiva feita por mãos de axé
No sentido de acompanhar a cartografia do pensamento de Muniz Sodré na Comunicação, apresento uma resenha do livro Muniz Sodré: uma escola disruptiva, organizado por Zilda Martins/Marcello Gabbay, e publicado pela Mauad X em 2022. A obra, dividida em 5 partes e com 24 capítulos, reúne crítica, entre...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2025 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade de São Paulo (USP) |
| Repositorio: | Matrizes (Online) |
| Idioma: | portugués inglés |
| OAI Identifier: | oai:revistas.usp.br:article/223242 |
| Acceso en línea: | https://revistas.usp.br/matrizes/article/view/223242 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Muniz Sodré Communication Culture Common Arkhé comunicação cultura comum |
| Sumario: | No sentido de acompanhar a cartografia do pensamento de Muniz Sodré na Comunicação, apresento uma resenha do livro Muniz Sodré: uma escola disruptiva, organizado por Zilda Martins/Marcello Gabbay, e publicado pela Mauad X em 2022. A obra, dividida em 5 partes e com 24 capítulos, reúne crítica, entrevista, crônica e depoimento no ritmo de uma síncopa pelo lugar comum do encontro. Entre Brasil, América Latina e do Norte, África e Europa, os autores celebram os 80 anos do sociólogo, jornalista e professor Emérito da Universidade Federal do Rio de Janeiro através do que ecoa em disrupção que se faz desde do terreiro, pelo corpo e do menor gesto que escreve por mãos de axé e se desdobra como Arkhé por vir. |
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