Miniestaquia seminal em Myracrodruon urundeuva Allemão com o uso de substratos alternativos / Seminal minicutting in Myracrodruon urundeuva Allemão with the use of alternative substrates

Myracrodruon urundeuvaAllemão (aroeira) é uma espécie arbórea nativa do Brasil, destacando-se na região semiárida como planta ornamental. Nessa região a obtenção de sementes com viabilidade para a produção de mudas nem sempre é possível, em virtude da baixa precipitação que pode impedir a obtenção d...

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Detalles Bibliográficos
Autores: da Luz, Mellina Nicácio, Arriel, Eder Ferreira, Justino, Sérvio Túlio Pereira, da Silva, Geovanio Alves, Nonato, Erika Rayra Lima, Leite, Juliana Araújo, Nóbrega, Clícia Martins Benvinda
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2020
País:Brasil
Institución:Instituto Superior de Educação Vera Cruz (VeraCruz)
Repositorio:Revista Veras
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:ojs2.ojs.brazilianjournals.com.br:article/22143
Acceso en línea:https://ojs.brazilianjournals.com.br/ojs/index.php/BRJD/article/view/22143
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Minijardim clonal
meio ambiente
silvicultura clonal.
Descripción
Sumario:Myracrodruon urundeuvaAllemão (aroeira) é uma espécie arbórea nativa do Brasil, destacando-se na região semiárida como planta ornamental. Nessa região a obtenção de sementes com viabilidade para a produção de mudas nem sempre é possível, em virtude da baixa precipitação que pode impedir a obtenção de sementes ou formar sementes com baixa qualidade fisiológica. Uma das alternativas de propagar um tipo quando há limitação de sementes é o uso da denominada clonal denominada miniestaquia. Objetivou-se avaliar minicepas de aroeira de origem seminal, a partir do 3º ano de seu estabelecimento, submetidas a três alturas de decepa e a eficiência do uso de substratos alternativos na propagação clonal da espécie pelo processo de miniestaquia. Constatou-se uma área de 100% das minicepas aos 1027 dias após a semeadura, indicando boa tolerância à poda apical e as coletas sucessivas de miniestacas. Como não houve diferenças significativas entre as alturas de decepa, aquelas realizadas a 10 cm é a mais adequada permitindo antecipar o início da coleta dos propágulos e o retorno do investimento mais rápido. As maiores médias de miniestacas, aos 118 dias após o plantio foram observadas com a utilização do substrato composto por terra de subsolo + esterco animal e pelo substrato composto por pó de coco + coproduto de vermiculita. No entanto, ao levar em consideração o impacto ambiental provocado pela retirada da terra de subsolo e problemas de sanidade do esterco animal, deve-se destacar pelo substrato composto por pó de coco e coproduto de vermiculita. Aquela realizada a 10 cm é a mais capaz de permitir antecipar o início da coleta dos propágulos e o retorno do investimento mais rápido. As maiores médias de miniestacas, aos 118 dias após o plantio foram observadas com a utilização do substrato composto por terra de subsolo + esterco animal e pelo substrato composto por pó de coco + coproduto de vermiculita. No entanto, ao levar em consideração o impacto ambiental provocado pela retirada da terra de subsolo e problemas de sanidade do esterco animal, deve-se destacar pelo substrato composto por pó de coco e coproduto de vermiculita. Aquela realizada a 10 cm é a mais capaz de permitir antecipar o início da coleta dos propágulos e o retorno do investimento mais rápido. As maiores médias de miniestacas, aos 118 dias após o plantio foram observadas com a utilização do substrato composto por terra de subsolo + esterco animal e pelo substrato composto por pó de coco + coproduto de vermiculita. No entanto, ao levar em consideração o impacto ambiental provocado pela retirada da terra de subsolo e problemas de sanidade do esterco animal, deve-se destacar pelo substrato composto por pó de coco e coproduto de vermiculita. aos 118 dias após o plantio foram observadas com a utilização do substrato composto por terra de subsolo + esterco animal e pelo substrato composto por pó de coco + coproduto de vermiculita. No entanto, ao levar em consideração o impacto ambiental provocado pela retirada da terra de subsolo e problemas de sanidade do esterco animal, deve-se destacar pelo substrato composto por pó de coco e coproduto de vermiculita. aos 118 dias após o plantio foram observadas com a utilização do substrato composto por terra de subsolo + esterco animal e pelo substrato composto por pó de coco + coproduto de vermiculita. No entanto, ao levar em consideração o impacto ambiental provocado pela retirada da terra de subsolo e problemas de sanidade do esterco animal, deve-se destacar pelo substrato composto por pó de coco e coproduto de vermiculita.