Treinabilidade da capacidade de imaginação em indivíduos pós-acidente vascular encefálico

A imaginação tem sido utilizada para melhorar o desempenho motor funcional de indivíduos pós-Acidente Vascular Encefálico (AVE). Porém, a habilidade desses sujeitos em gerar imagens vívidas é um fator questionado. O objetivo deste estudo foi investigar o efeito de um programa de imaginação sobre a t...

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Detalhes bibliográficos
Autores: Silva,Larissa Rebola Volpi da, Rodacki,André Luiz Felix, Góes,Suelen Meira, Kuczynski,Kátia Maria, Coelho,Ricardo Weigert, Stefanello,Joice Mara Facco
Formato: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2012
País:Brasil
Recursos:Universidade Estadual de Maringá (UEM)
Repositorio:Revista da Educação física/UEM (Online)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:scielo:S1983-30832012000300007
Acesso em linha:http://old.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1983-30832012000300007
Access Level:acceso abierto
Palavra-chave:Imagens
Avaliação
Acidente vascular encefálico
Descrição
Resumo:A imaginação tem sido utilizada para melhorar o desempenho motor funcional de indivíduos pós-Acidente Vascular Encefálico (AVE). Porém, a habilidade desses sujeitos em gerar imagens vívidas é um fator questionado. O objetivo deste estudo foi investigar o efeito de um programa de imaginação sobre a treinabilidade da capacidade de imaginação de indivíduos pós-AVE. Participaram do estudo 7 sujeitos acometidos por AVE. A avaliação da capacidade de imaginação foi aplicada no pré-teste (PRÉ-CI), pós-teste (PÓS-CI) e após o período de retenção (RET-CI), utilizando o Questionário de Imaginação Visual e Cinestésica (KVIQ-10). Foram realizadas quatro sessões de pré-condicionamento e seis de prática específica da imaginação. Os indivíduos melhoraram a capacidade de imaginação somente para o domínio cinestésico quando as tarefas eram imaginadas com o lado não afetado pelo AVE (p=0,03). A melhora encontrada indica certa assimetria com relação à capacidade de imaginação para esses indivíduos.