Igrejas Independentes Africanas redefinindo interculturação? Uma avaliação teológica negro-africana
Proponentes da teologia negra sul-africana frequentemente fizeram o apontamento crítico de que as verdadeiras raízes da corrente da teologia pós-colonial são a primeira geração do povo africano que "dançou" para fora das igrejas europeias brancas, formando as Igrejas Independentes Africana...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2012 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Faculdades EST |
| Repositorio: | Protestantismo em Revista |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:www.est.edu.br/periodicos:article/377 |
| Acceso en línea: | http://periodicos.est.edu.br/index.php/nepp/article/view/377 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Teologia; Teologia da Missão Igrejas Independentes Africanas; Interculturação |
| Sumario: | Proponentes da teologia negra sul-africana frequentemente fizeram o apontamento crítico de que as verdadeiras raízes da corrente da teologia pós-colonial são a primeira geração do povo africano que "dançou" para fora das igrejas europeias brancas, formando as Igrejas Independentes Africanas.Desde uma perspectiva norte-americana, talvez tenha sido o grande ancestral da articulação acadêmica da teologia negra da libertação, o próprio James Cone, que argumentou que a religiosidade popular cantada, dançada e gritada, subversiva e desafiante, constituiu a verdadeira expressão da resistência negra contra a escravidão e, mais tarde, contra o racismo branco institucionalizado. O artigo discute a relação das Igrejas Independentes Africanas com a interculturação. |
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