Armas estratégicas e poder no sistema internacional : o advento das armas de energia direta e seu impacto potencial sobre a guerra e a distribuição multipolar de capacidades
Opós-Guerra Fria (1991-2006) apresenta uma mudança significativa no cenário estratégico: a maior acessibilidade da tecnologiamilitar e o surgimento de novas armas capazes de modificar o poder coercitivo dos países – como as armas de energia direta – acabam pondo em xeque a ideia de que a primazia nu...
| Autores: | , , |
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| Formato: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2009 |
| País: | Brasil |
| Recursos: | Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UFRGS |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:www.lume.ufrgs.br:10183/150819 |
| Acesso em linha: | http://hdl.handle.net/10183/150819 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palavra-chave: | Arma nuclear Guerra Rússia China Estados Unidos Nuclear weapons Polarity War Directed energy weapons Russia United States of America |
| Resumo: | Opós-Guerra Fria (1991-2006) apresenta uma mudança significativa no cenário estratégico: a maior acessibilidade da tecnologiamilitar e o surgimento de novas armas capazes de modificar o poder coercitivo dos países – como as armas de energia direta – acabam pondo em xeque a ideia de que a primazia nuclear é condição suficiente para garantir a unipolaridade. Focando- se no atual recrudescimento das tensões entre EUA e Rússia – especialmente com a proposta norte-americana de implementação do Escudo Antimíssil no Leste Europeu – e analisando as relações de poder entre os três países, procuramos revelar que tipo de competição ocorrerá no sistema internacional nas próximas décadas. O presente artigo analisa as reais pos-sibilidades de que a primazia nuclear norte-americana se torne efetiva, uma vez que, para tanto, é necessário o desarmamento estratégico das demais potências. Como uma guerra nuclear entre os três países possui um custo políticomuito elevado, as disputas tendem a ser decididas na esfera das operações. Para ilustrar esta última afirmação, usamos um cenário contrafactual de guerra nuclear limitada entre Estados Unidos, Rússia e China, por meio do qual tentamos evidenciar as precondições táticas e operacionais para uma eventual vitória da coalizão sino-russa. |
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