Dominação Abstrata. Capital: Sujeito Histórico
O artigo, recorrendo às abordagens de Postone, Chasin e Lukács, sustenta que Marx, ao instaurar sua crítica ontológica da economia política a partir de 1857-58, modifica sua compreensão da categoria substância – herdada de Hegel – e, por decorrência, altera seu entendimento do sujeito histórico – su...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2021 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal da Bahia (UFBA) |
| Repositorio: | Germinal: Marxismo e Educação em Debate |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:ojs.periodicos.ufba.br:article/42083 |
| Acceso en línea: | https://periodicos.ufba.br/index.php/revistagerminal/article/view/42083 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Marx Postone Lukács Hegel Dominação Abstrata |
| Sumario: | O artigo, recorrendo às abordagens de Postone, Chasin e Lukács, sustenta que Marx, ao instaurar sua crítica ontológica da economia política a partir de 1857-58, modifica sua compreensão da categoria substância – herdada de Hegel – e, por decorrência, altera seu entendimento do sujeito histórico – sujeito-objeto idêntico. Se até esse momento o pobre, o miserável, o desamparado, o sofredor, em uma palavra o proletário, era entendido como o sujeito-objeto idêntico, o sujeito da história; a partir constituição do giro ontológico registrado já nos Grundrisse e consolidado no Livro Primeiro de O Capital, o sujeito-objeto idêntico, o sujeito da história é a substância automovente – o capital. |
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