O estado, a gramática, a autoria: língua e conhecimento linguístico

Tomando o processo de gramatização do Brasil, procuramos elaborar os seus sentidos, observando incialmente a divisão desta produção em São Paulo (tendência filosófica) e Rio de Janeiro (tendência histórica). Em seguida, avaliamos as diferentes definições de gramática e seus efeitos de sentido. Por ú...

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Detalhes bibliográficos
Autor: Orlandi , Eni Puccinelli
Formato: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2000
País:Brasil
Recursos:Universidade Estadual de Campinas (Unicamp)
Repositorio:Línguas e Instrumentos Linguísticos (Online)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:ojs.periodicos.sbu.unicamp.br:article/8661958
Acesso em linha:https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/lil/article/view/8661958
Access Level:acceso abierto
Palavra-chave:Gramatização
Legitimação
Gramatización
Legitimación
Grammatization
Legitimation
Descrição
Resumo:Tomando o processo de gramatização do Brasil, procuramos elaborar os seus sentidos, observando incialmente a divisão desta produção em São Paulo (tendência filosófica) e Rio de Janeiro (tendência histórica). Em seguida, avaliamos as diferentes definições de gramática e seus efeitos de sentido. Por último, e não menos importante, consideramos a relação entre o Estado, a Gramática e a Autoria do gramático na legitimação da relação do sujeito brasileiro com sua língua nacional. Entra então em consideração a diferença da autoria no século XIX e depois do decreto que estabelece a Nomenclatura Gramatical Brasileira (NGB) - 1958 - em um percurso progressivo em direção a cientificidade em que o conhecimento gramatical vem caucinado pelo linguista.