Custo-efetividade dos análogos de prostaglandinas no Brasil

OBJETIVO: Avaliar a relação custo-efetividade dos análogos das prostaglandinas para o tratamento do glaucoma e da hipertensão ocular no estado de Minas Gerais, Brasil. MÉTODOS: Este estudo transversal avaliou o custo (preço máximo ao consumidor) das diferentes apresentações dos análogos de prostagla...

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Detalles Bibliográficos
Autores: Guedes, Ricardo Augusto Paletta, Guedes, Vanessa Maria Paletta, Chaoubah, Alfredo
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2008
País:Brasil
Institución:Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF)
Repositorio:Repositório Institucional da UFJF
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:hermes.cpd.ufjf.br:ufjf/8925
Acceso en línea:http://dx.doi.org/10.1590/S0034-72802008000600003
https://repositorio.ufjf.br/jspui/handle/ufjf/8925
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:-
Glaucoma/quimioterapia
Pressão intra-ocular/quimioterapia
Prostaglandinas sintéticas/economia
Custos de medicamentos
Avaliação de custo-efetividade
Custos e análise de custos
Brasil
Glaucoma/drug therapy
Intraocular pressure/drug therapy
Prostaglandins
Synthetic/economics
Pharmacoeconomics
Drug costs
Cost-effectiveness evaluation
Costs and cost analysis
Brazil
Descripción
Sumario:OBJETIVO: Avaliar a relação custo-efetividade dos análogos das prostaglandinas para o tratamento do glaucoma e da hipertensão ocular no estado de Minas Gerais, Brasil. MÉTODOS: Este estudo transversal avaliou o custo (preço máximo ao consumidor) das diferentes apresentações dos análogos de prostaglandinas (bimatoprosta, latanoprosta, travoprosta) em relação à sua efetividade na redução da pressão intra-ocular. Para cada uma das medicações, calculou-se o custo mensal, anual e em 5 anos para se obter uma redução percentual de 1% e 20% na pressão intra-ocular (PIO), assim como o custo mensal, anual e em 5 anos para se obter uma redução de 1 mmHg e 8 mmHg a partir da PIO inicial. RESULTADOS: O custo mensal para se obter uma redução de 1% e 20% da PIO foi, respectivamente, de R$ 1,35 e R$ 27,00 para a bimatoprosta 5 ml, R$ 1,50 e R$ 30,00 para a bimatoprosta 3 ml, R$ 1,53 e R$ 30,60 para a travoprosta e R$ 2,22 e R$ 44,40 para a latanoprosta. O custo mensal máximo para uma redução de 1 e 8 mmHg da PIO foi, respectivamente, de R$ 6,01 e R$ 48,08 para a bimatoprosta 5 ml, de R$ 6,67 e R$ 53,36 para a travoprosta, de R$ 6,70 e R$ 53,60 para a bimatoprosta 3 ml e de R$ 9,83 e R$ 78,64 para a latanoprosta. CONCLUSÃO: A medicação mais custo-efetividade foi a bimatoprosta, na apresentação de 5 ml. Aquela que se mostrou com a mais baixa relação custo-efetividade foi a latanoprosta. A travoprosta e a bimatoprosta na apresentação de 3 ml apresentaram resultados semelhantes, ficando em posição intermediária entre as demais.