Rádio e capitalismo no Rio Grande do Sul : as emissoras comerciais e suas estratégias de programação na segunda metade do século 20
Pesquisa historiográfica de cunho interdisciplinar e que busca amparo teórico na economia política da comunicação, Rádio e capitalismo no Rio Grande do Sul: as emissoras comerciais e suas estratégias de programação na segunda metade do século 20 descreve, como define o seu título, cinco décadas da h...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis doctoral |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2005 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) |
| Repositorio: | Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFRGS |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:www.lume.ufrgs.br:10183/262993 |
| Acceso en línea: | http://hdl.handle.net/10183/262993 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Rádio (Comunicação) : História : Rio Grande do Sul Rádio (Comunicação) : Rio Grande do Sul Programação de rádio (Comunicação) |
| Sumario: | Pesquisa historiográfica de cunho interdisciplinar e que busca amparo teórico na economia política da comunicação, Rádio e capitalismo no Rio Grande do Sul: as emissoras comerciais e suas estratégias de programação na segunda metade do século 20 descreve, como define o seu título, cinco décadas da história de uma parte das indústrias culturais gaúchas. Para tanto, identifica, como marcos divisórios desta trajetória, dois processos de introdução e consolidação de tecnologias inovadoras, a sua época, no contexto local: o da televisão e o da freqüência modulada. Propõe, assim, a partir destes momentos, uma periodização em três fases, utilizando como referencial a estratégia mercadológica dominante em cada uma delas: de difusão, do início dos anos 50 até meados da década de 60, na qual o rádio comercial dirige-se a uma audiência sem limites quantitativos ou qualitativos; de transição, do final dos anos 50 até o início da década de 80, em que, sem superar os parâmetros anteriores e em meio à crise gerada pelo surgimento dos canais de TV, o veículo começa a buscar especificidades dentro do público; e de segmentação, de meados da década de 60 até o final dos anos 90, preponderando a irradiação para uma parcela mais definida de ouvintes, processo acelerado pela instalação crescente de estações em FM. Rádio e capitalismo no Rio Grande do Sul destaca, ainda, os conteúdos mais significativos irradiados em cada uma destas fases que conformam a história do veículo ao longo do período analisado. |
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