Avaliação do perfil sérico dos microRNAs 21, 126 e 181b em pacientes com tromboangeíte obliterante
Introdução: Diversos estudos demonstraram a participação de subprodutos da via do NF-kB na tromboangeíte obliterante, contudo não se sabe sobre o envolvimento de microRNAs 21, 126 e 181b que são relacionados a essa via de ativação da doença. Métodos: Analisamos a dosagem sérica dos miR-21, miR-126 e...
| Autor: | |
|---|---|
| Tipo de recurso: | tesis doctoral |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2023 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade de São Paulo (USP) |
| Repositorio: | Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:teses.usp.br:tde-10082023-110034 |
| Acceso en línea: | https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/17/17137/tde-10082023-110034/ |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Buerger disease Doença de Buerger MicroRNA-126 MicroRNA-181b MicroRNA-21 Tromboangeíte obliterante Tromboangiitis obliterans |
| Sumario: | Introdução: Diversos estudos demonstraram a participação de subprodutos da via do NF-kB na tromboangeíte obliterante, contudo não se sabe sobre o envolvimento de microRNAs 21, 126 e 181b que são relacionados a essa via de ativação da doença. Métodos: Analisamos a dosagem sérica dos miR-21, miR-126 e miR-181b em pacientes com TAO em dois momentos separados por 6 meses (grupos TAO-1 e TAO-2) e comparamos com três grupos controle saudáveis tabagistas (TAB), ex-tabagistas (EXTAB) e que nunca fumaram (NTAB). Resultados: Três pacientes ativaram a doença entre os períodos TAO-1 e TAO-2, com elevação dos microRNAs estudados. Identificamos uma hiperexpressão do miR-21 em TAO-2 em relação a NTAB (IC 5,37-21,45; p<0,01); EXTAB (IC 1,46-18,14; p=0,02) e TAB (IC 0,97-16,13; p=0,03). MiR-126 mostrou hiperexpressão em TAO-2 em relação a NTAB (IC 3,36-30,95. p=0,02). MiR-181b mostrou hiperexpressão em relação a NTAB (IC 0,27-14,18. p=0,04). Os grupos com histórico de tabagismo apresentaram médias maiores dos microRNAs estudados, porém sem diferença estatística. Conclusão: Os níveis séricos dos microRNAs 21, 126 e 181b estão superexpressos em pacientes com TAO e parecem se correlacionar com períodos de maior atividade da doença, porém mais estudos com maior número de pacientes são necessários para validar eventual processo de utilização dos mesmos como marcadores de atividade da doença. |
|---|